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Stalin acusa presidente do Sintet, José Roque, de usar greve dos professores com fins eleitoreiros

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O clima esquentou na Assembleia Legislativa do Estado na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira (25) quando os deputados abordaram o assunto referente &agrave; greve dos professores da rede estadual de ensino.<br />
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Tudo come&ccedil;ou quando a deputada Josi Nunes (PMDB) subiu &agrave; tribuna para cobrar a&ccedil;&otilde;es de melhoria &agrave; educa&ccedil;&atilde;o. Para ela, deveria ser prioridade a valoriza&ccedil;&atilde;o dos profissionais do ensino. A deputada cobrou a regulariza&ccedil;&atilde;o dos repasses financeiros &agrave;s escolas; o repasse dos 10% do PIB para a educa&ccedil;&atilde;o, as progress&otilde;es paradas desde 2011 e as elei&ccedil;&otilde;es diretas para diretor escolar. Josi denunciou ainda que &ldquo;tem escola onde os professores est&atilde;o vendendo geladinho para conseguir pagar as contas de luz e &aacute;gua&rdquo;.<br />
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Logo ap&oacute;s o pronunciamento, o deputado St&aacute;lin Bucar (SDD) subiu tamb&eacute;m &agrave; tribuna para denunciar um suposto uso eleitoral da greve dos professores. Segundo ele, &ldquo;seria um ponto positivo, se essa greve tivesse apenas a conota&ccedil;&atilde;o de reivindicar melhorias para a categoria&rdquo;.<br />
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As acusa&ccedil;&otilde;es do deputado foram direcionadas ao presidente do Sintet, Jos&eacute; Roque Santiago. <em>&ldquo;Esse presidente a&iacute; &eacute; pol&iacute;tico partid&aacute;rio&rdquo;</em>, frisou.&nbsp; Para Bucar, o l&iacute;der sindical quer tirar proveito pol&iacute;tico da paralisa&ccedil;&atilde;o em favor de candidatos que fazem oposi&ccedil;&atilde;o ao governo do Estado. O deputado disse que at&eacute; concorda com a greve, desde que n&atilde;o seja usada para fins pol&iacute;ticos.<br />
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Marcelo Lelis (PV) e Jos&eacute; Augusto (PMDB) sa&iacute;ram em defesa da greve e Josi Nunes rebateu Stalin Bucar. <em>&ldquo;Foi este governo que acabou com o acesso de cargo dos professores que tinham progress&atilde;o e perderam. Foi este governo que desviou mais de R$ 300 mi do Igeprev&rdquo;</em>, disse.<br />
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Jos&eacute; Augusto tamb&eacute;m respondeu &agrave; altura as cr&iacute;ticas de Bucar sugerindo que o governador Siqueira Campos n&atilde;o seja candidato &agrave; reelei&ccedil;&atilde;o, <em>&ldquo;porque n&atilde;o tem coragem de enfrentar o eleitor&nbsp; j&aacute; que na campanha mentiu mais que cachorro&rdquo;.</em><br />
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<u><strong>Sindicato</strong></u><br />
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J&aacute; o Sintet rebateu as cr&iacute;ticas do deputado Stalin Bucar lembrando que a greve foi decidida em assembleia, e n&atilde;o apenas pelo presidente Jos&eacute; Roque. O sindicato disse tamb&eacute;m que o parlamentar &ldquo;&eacute; quem mais interfere politicamente nas escolas nos dom&iacute;nios de seu curral eleitoral&rdquo;, por isso, se manifesta contra a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria que quer o fim do coronelismo nas escolas.</span>

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