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Gipão visitará todos os 139 municípios trabalhando sua candidatura de deputado estadual

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O vereador de Aragua&iacute;na (TO) Aldair da Costa Sousa (Gip&atilde;o) apresentou of&iacute;cio nesta ter&ccedil;a-feira (8) requerendo &agrave; C&acirc;mara Municipal o seu afastamento pelo per&iacute;odo de 180 dias. O objetivo do parlamentar &eacute; ter tempo para dedicar-se &agrave; sua pr&eacute;-candidatura de deputado estadual pelo Partido da Rep&uacute;blica (PR) e iniciar visitas aos 139 munic&iacute;pios do Estado, sem, contudo, prejudicar os trabalhos do Legislativo Municipal.<br />
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O afastamento para interesses particulares &eacute; sem remunera&ccedil;&atilde;o e pelos pr&oacute;ximos seis meses. Gip&atilde;o exercia recentemente a presid&ecirc;ncia da Funda&ccedil;&atilde;o Municipal de Apoio Comunit&aacute;ria de Aragua&iacute;na (FUNAMC), onde ficou no per&iacute;odo de 2 de setembro de 2013 a 4 de abril deste ano, e saiu em raz&atilde;o do prazo para desincompatibiliza&ccedil;&atilde;o, previsto na Legisla&ccedil;&atilde;o Eleitoral.<br />
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O vereador que &eacute; evang&eacute;lico, e congrega na Assembleia de Deus desde 1974, pretende conversar com os l&iacute;deres religiosos em todos os munic&iacute;pios do Tocantins. Gip&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; o &uacute;nico pr&eacute;-candidato do Partido da Rep&uacute;blica na regi&atilde;o de Aragua&iacute;na e j&aacute; visitou cerca de 20 cidades, mas o objetivo &eacute; percorrer os 139 munic&iacute;pios.<br />
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<u><strong>Sem nenhum empecilho</strong></u><br />
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O vereador decidiu entrar na disputa para deputado estadual ap&oacute;s vencer algumas batalhas. Entre elas est&aacute; a A&ccedil;&atilde;o de Improbidade Administrativa movida pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico, onde o parlamentar foi acusado de ultrapassar o limite de 70% com gastos de pessoal durante o per&iacute;odo em que foi presidente da C&acirc;mara de Aragua&iacute;na, em 2006.<br />
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Em novembro de 2013, o juiz Vandr&eacute; Marques e Silva, da 2&ordf; Vara da Fazenda P&uacute;blica de Aragua&iacute;na, julgou improcedente a a&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico reconhecendo que n&atilde;o houve preju&iacute;zo ao patrim&ocirc;nio p&uacute;blico e que o vereador n&atilde;o cometeu nenhum ato de improbidade administrativa. O MPE n&atilde;o recorreu.<br />
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Com isso, o vereador que est&aacute; em seu quarto mandato consecutivo (desde 2000) comemorou a decis&atilde;o e resolveu encarar mais um desafio em sua vida pol&iacute;tica.</span>

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