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Prefeitura de Alvorada deverá acolher crianças destituídas do poder familiar

admin -

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<span style="font-size:14px;">Atendendo a pedido feito pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE), o Juiz de Direito de Alvorada Fabiano Gon&ccedil;alves Marques determinou nesta segunda-feira, 03, que a Prefeitura Municipal providencie, em at&eacute; 10 dias, o acolhimento institucional de duas crian&ccedil;as de sete e dez anos de idade, retiradas tamb&eacute;m, por ordem da Justi&ccedil;a, do poder familiar e da guarda da m&atilde;e, por tempo indeterminado, at&eacute; que a mesma tome consci&ecirc;ncia de seus deveres e responsabilidades para com seus filhos, sob pena de perder definitivamente a guarda deles. As crian&ccedil;as dever&atilde;o ser acolhidas preferencialmente em abrigo de Alvorada.<br />
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A Justi&ccedil;a tamb&eacute;m determinou &agrave; Prefeitura Municipal que inclua os garotos e sua genitora com diversas medidas protetivas previstas no Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente, dentre elas, inclus&atilde;o em programa comunit&aacute;rio ou oficial de aux&iacute;lio &agrave; fam&iacute;lia e &agrave; crian&ccedil;a, tratamento psicol&oacute;gico, acompanhamento educacional e social para que desenvolvam e resgatem valores familiares e estreitem os v&iacute;nculos afetivos.<br />
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De acordo com o Promotor de Justi&ccedil;a Roberto Freitas Garcia, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o Conselho Tutelar, assistentes sociais e psic&oacute;logos do munic&iacute;pio de Alvorada j&aacute; vinham acompanhando o caso dos meninos h&aacute; alguns meses, mas todas as tentativas administrativas e extrajudiciais de solu&ccedil;&atilde;o do problema n&atilde;o surtiram o resultado desejado, da&iacute; a necessidade da propositura da a&ccedil;&atilde;o visando, atrav&eacute;s do Poder Judici&aacute;rio, resolver o drama vivenciado pelos menores.<br />
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A m&atilde;e das crian&ccedil;as &eacute; carente e possui outros quatro filhos, tr&ecirc;s deles adolescentes, que vivem em uma resid&ecirc;ncia humilde. &ldquo;De todos, as duas crian&ccedil;as foram as que apresentaram situa&ccedil;&atilde;o de risco mais grave, porque vivem na rua, embora eventualmente voltem para casa&rdquo;, explicou o Promotor. (MPE)</span></div>

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