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Com debates sobre impacto financeiro, deputados aprovam MPs da Polícia Civil e Defensoria

admin -

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<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Foram aprovadas, nesta quarta-feira (9) as Medidas Provis&oacute;rias que disp&otilde;em sobre os Planos de Cargos, Carreiras e Subs&iacute;dios (PCCS) da Pol&iacute;cia Civil e os subs&iacute;dios de seus delegados. Tamb&eacute;m obteve a aprova&ccedil;&atilde;o dos parlamentares outra MP que concede realinhamento salarial para servidores da Defensoria P&uacute;blica.<br />
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A vota&ccedil;&atilde;o foi acompanhada por dezenas de servidores e dos 18 deputados presentes na sess&atilde;o, apenas Freire Junior (PV) votou contra as MPs por se mostrar preocupado com o impacto financeiro das medidas.<br />
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As categorias beneficiadas v&atilde;o receber seus reajustes de forma escalonada. Assim, uma primeira parcela vai entrar em vigor a partir do dia 2 de janeiro de 2015, e as demais tr&ecirc;s parcelas na mesma data, nos anos de 2016, 2017 e 2018.<br />
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<u><strong>Pol&iacute;cia Civil e Defensoria</strong></u><br />
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Na Pol&iacute;cia Civil, a paridade estabelece apenas dois sal&aacute;rios, o de delegado e outro para as demais carreiras. De acordo com o texto da MP n&ordm; 8/2014, agente de pol&iacute;cia, agente penitenci&aacute;rio, escriv&atilde;o de pol&iacute;cia, papiloscopista, agente de necrotomia e motorista policial v&atilde;o receber os seguintes sal&aacute;rios, no in&iacute;cio de carreira: R$ 5.431,20 (2015); R$ 6.712,29 (2016); 7.993,39 (2017); e R$ 9.274,48 (2018).<br />
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Na Defensoria P&uacute;blica, os vencimentos b&aacute;sicos dos cargos de provimento efetivo tamb&eacute;m ser&atilde;o realinhados, de forma cumulativa, conforme os seguintes &iacute;ndices: a partir de 2 de janeiro de 2015, com o acr&eacute;scimo de 15,5%; mais 15,5% a partir da mesma data de 2016; repetindo o reajuste nos dias 2 de janeiro dos anos de 2017 e 2018. Por exemplo, um servidor ocupante do cargo de Analista Jur&iacute;dico, com vencimento atual de R$ 2.920,00, passar&aacute; a receber, com a Medida Provis&oacute;ria, a quantia de R$ 7.492,70 em 2018, tendo aumento de 156,60%.<br />
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<u><strong>Impacto financeiro</strong></u><br />
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Antes da vota&ccedil;&atilde;o das MP&rsquo;s, na Comiss&atilde;o de Administra&ccedil;&atilde;o, houve debate entre o deputado Freire J&uacute;nior (PV) e parlamentares governistas sobre o impacto financeiro das medidas. Freire relembrou a situa&ccedil;&atilde;o das contas p&uacute;blicas estaduais com gastos excessivos com folha de pagamento e custeio, e baixo investimento.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Foto%20AL%20vota%E7%E3o%20paridade.JPG" style="width: 300px; height: 192px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;" />No entanto, o l&iacute;der do governo, deputado Carl&atilde;o da Saneatins (PSDB), garantiu que o impacto nas contas ser&aacute; m&iacute;nimo, e que o Estado tem condi&ccedil;&otilde;es de arcar com os reajustes.<br />
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<u><strong>Sindicato comemora</strong></u><br />
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Para a presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol), Nadir Nunes, o realinhamento salarial &eacute; uma &ldquo;vit&oacute;ria hist&oacute;rica&rdquo; de todos os policiais civis e dos tocantinenses em geral. &ldquo;Como eu j&aacute; disse, a paridade era sonho, por isso foi preciso um &ldquo;sonhador&rdquo; para incutir nos policiais civis que era poss&iacute;vel&rdquo;, explicou, acrescentando que aprova&ccedil;&atilde;o da MP foi tamb&eacute;m uma demonstra&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a da categoria, quando se une.</span></div>

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