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MP não agrada professores e Plano de Carreira continua o pior das categorias

admin -

<span style="font-size:14px;">Os professores da rede estadual decidiram nesta quinta-feira (10) continuar em greve at&eacute; que o Governo do Estado reavalie a Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 11/2014 de forma a contemplar outras reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria.&nbsp;<br />
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De acordo com os professores, a medida provis&oacute;ria desagradou profundamente a categoria, especialmente no realinhamento dos professores normalistas &ndash; PRONO, com os professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica &ndash; PROEB, escalonado em 3 anos (2015, 2016 e 2017).<br />
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Conforme o Sindicato, na noite do &uacute;ltimo dia 09, o governo apresentou por escrito documento com propostas que seriam apreciadas na Assembleia Geral, que foram: pagamento dividido em seis vezes do retroativo das progress&otilde;es do edital de 2012, prazo de 60 dias para divulga&ccedil;&atilde;o do resultado do edital 2013, progress&otilde;es em 2015 sem necessidade de edital, elei&ccedil;&atilde;o para diretor de escola atrav&eacute;s de processo de sele&ccedil;&atilde;o, garantia do pagamento da data base em 1&ordm; de maio, entre outras.<br />
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Para o Sintet, a categoria se sentiu desprestigiada quando mesmo sem greve a Pol&iacute;cia Civil foi agraciada com benef&iacute;cio que elevaram os sal&aacute;rios de algumas fun&ccedil;&otilde;es com ganhos que chegam a mais de 100% at&eacute; 2018. O plano de carreira dos professores continua o pior de todas as categorias dos servidores p&uacute;blicos estaduais. Para se ter uma ideia, um professor com gradua&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel superior (PROEB), com uma jornada de 40 horas semanais, em in&iacute;cio de carreira, ganha hoje R$ 3. 233,23, permanecendo o mesmo valor em 2015, enquanto o policial civil sobe dos atuais R$ 5.431,20 para 8.674,67 a partir de 02 de Janeiro de 2015. Em 2018 o Policial Civil ganhar&aacute; R$ 9,2 mil.<br />
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A categoria est&aacute; ainda revoltada porque nem a corre&ccedil;&atilde;o salarial de acordo com os recursos do FUNDEB, que &eacute; uma das reivindica&ccedil;&otilde;es, o governo se comprometeu a cumprir, nem que fosse em 2015, como fez a outras categorias. Os trabalhadores da educa&ccedil;&atilde;o denunciam ainda a falta de estrutura das escolas, o crescente aumento da interfer&ecirc;ncia pol&iacute;tica nas unidades e a demora no repasse dos recursos para as mesmas. Algumas delas tiveram inclusive sob amea&ccedil;a de corte de luz, &aacute;gua e internet.<br />
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O sindicato assegurou que a greve continua, portanto, por tempo indeterminado ou at&eacute; quando o governo apresente proposta que possa ser acatada pela categoria.<br />
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<em>&ldquo;N&atilde;o aceitamos ser tratados de forma desdenhosa pelo governo. Como que nos atestavam que n&atilde;o tinham recurso, que j&aacute; tinham atingido o teto m&aacute;ximo do endividamento com pessoal determinado pela LRF, e de uma hora para outra, n&atilde;o que sejamos contra, agraciam outra categoria em patamares elevados?&rdquo;</em>, questionou o Sindicato.</span>

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