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Advogado investigado no escândalo de venda de sentenças no TJ morre vítima de infarto

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Faleceu em Aragua&iacute;na (TO) na madrugada desta sexta-feira (10) o advogado Walker de Montemor Quagliarello (mais conhecido como Kiko). Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil lamentou o ocorrido.<br />
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Kiko estava dentro de seu ve&iacute;culo C4 Pallace, placas de Palmas,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">por volta das 23 horas&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">no</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;trevo do Posto do Bairro JK (BR-153), em Aragua&iacute;na,</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;quando come&ccedil;ou a se sentir mal.&nbsp;<br />
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Imagens que circulam pelo Watsap mostram o momento em que o advogado sofreu o infarto. Ele estava acompanhado por um travesti que &eacute; estudante de medicina. Ao come&ccedil;ar passar mal, Walker perdeu o controle do ve&iacute;culo e subiu no canteiro central da rodovia. O Samu foi acionado e ainda tentou reanim&aacute;-lo.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">De acordo com a assessoria do Hospital Regional de Aragua&iacute;na (HRA), Walker chegou &agrave; unidade na ambul&acirc;ncia do Samu por volta das 3 horas da madrugada e minutos depois foi constatado o &oacute;bito. O HRA n&atilde;o confirmou a causa da morte e o corpo ainda ser&aacute; encaminhado ao IML de Aragua&iacute;na. O advogado estava a trabalho em Aragua&iacute;na e ser&aacute; sepultado em Palmas (TO).<br />
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<strong><u>Opera&ccedil;&atilde;o MAET</u></strong><br />
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O advogado Walker Montemor Quagliarello, 52 anos, foi um dos investigados na opera&ccedil;&atilde;o MAET da Pol&iacute;cia Federal, em agosto de 2011, por suspeitas de envolvimento no esc&acirc;ndalo de venda de decis&otilde;es judiciais no Tribunal de Justi&ccedil;a Tocantins, com a participa&ccedil;&atilde;o de outros advogados e os desembargadores Willamara Leila de Almeida, Carlos Luiz de Souza e Jos&eacute; Liberato da Costa P&oacute;voa.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Um dos casos em que o advogado atuou aparece um processo do Iespen, Instituto de Ensino Superior de Porto Nacional. Segundo a Pol&iacute;cia Federal, em intercepta&ccedil;&otilde;es telef&ocirc;nicas, h&aacute; v&aacute;rios trechos em que Kiko (advogado Walker Montemor Quagliarello) explica como ser&aacute; a partilha do dinheiro que viria do processo do instituto, sendo de R$ 100 mil divididos entre Liberato P&oacute;voa, Carlos Souza, Deliane, Manoel Pedro e Dagoberto Pinheiro (este dois servidores do TJ), al&eacute;m dos advogados.<br />
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Kiko tamb&eacute;m foi julgado pelo&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">Tribunal de &Eacute;tica da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Tocantins, em dezembro de 2012, e r</span><span style="font-size:14px;">ecebeu como pena a suspens&atilde;o de nove meses e multa de dez anuidades. <em>(Arnaldo Filho / Ramila Macedo)</em></span>

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