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Assembleia Geral dos professores da rede estadual é adiada para o próximo dia 22; categoria permanecerá em greve

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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A Assembleia Geral deliberativa dos professores da rede estadual que estava marcada para acontecer amanh&atilde; (15), em Palmas (TO), foi adiada para a pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira (22 de abril). A justificativa, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o do Tocantins (Sintet), &eacute; para aguardar que os deputados estaduais votem o requerimento apoiando as propostas da categoria. O documento, deliberado em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no &uacute;ltimo dia 10, ser&aacute; encaminhado ao governador do Estado.&nbsp;<br />
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O prazo serve tamb&eacute;m para que os deputados&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">apreciem a Medida Provis&oacute;ria n&ordm;11/2014 que prev&ecirc; a equipara&ccedil;&atilde;o salarial entre professores normalistas (Prono) e Professores da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (Proeb), e a cria&ccedil;&atilde;o do</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;cargo de Assistente T&eacute;cnico em Educa&ccedil;&atilde;o para fun&ccedil;&otilde;es administrativas com provimento atrav&eacute;s de concurso p&uacute;blico.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Conforme a nota divulgada na p&aacute;gina social do Sintet, as regionais foram orientadas a permanecerem mobilizadas at&eacute; que o Governo e o Poder Legislativo se pronunciem oficialmente acerca da pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es. Enquanto isso, a greve continua.<br />
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A categoria est&aacute; de bra&ccedil;os cruzados desde o dia 24 de mar&ccedil;o. Desde ent&atilde;o, mais de 180 mil alunos est&atilde;o sem aula.<br />
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<u><strong>Manuten&ccedil;&atilde;o da greve</strong></u><br />
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Ap&oacute;s os trabalhadores da educa&ccedil;&atilde;o no Tocantins deliberar em Assembleia Geral pela manuten&ccedil;&atilde;o da greve, no &uacute;ltimo dia 10, os dirigentes do Sintet foram recebidos pelo governador em exerc&iacute;cio, Sandoval Cardoso, que novamente alegou que nada mais poderia ser proposto, j&aacute; que o governo est&aacute; impedido de conceder qualquer benef&iacute;cio, especialmente salarial, do dia 05 de abril at&eacute; 1&ordm; de janeiro de 2015, por for&ccedil;a da Lei Eleitoral. O governador reafirmou a posi&ccedil;&atilde;o da reuni&atilde;o do &uacute;ltimo dia 07, de que buscaria incessantemente o di&aacute;logo com a categoria no decorrer de 2014, em vista a atender as reivindica&ccedil;&otilde;es, sempre na medida do poss&iacute;vel em 2015.<br />
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A categoria n&atilde;o aceitou a proposta do governo apresentada mediante o Of&iacute;cio de n&deg; 1689/2014/SEDUC/SECAD de 09 de Abril de 2014, e entendeu que o governo desprestigiou a classe dos trabalhadores em educa&ccedil;&atilde;o em greve quando, no apagar das luzes do prazo eleitoral, concedeu ganho na carreira para outra categoria.<br />
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Conforme o Sindicato, os trabalhadores de educa&ccedil;&atilde;o requerem tratamento igualit&aacute;rio e an&uacute;ncio pelo Governo de algum ganho salarial para 2015. A categoria espera tamb&eacute;m novo posicionamento para outras quest&otilde;es j&aacute; em 2015, como a diminui&ccedil;&atilde;o do escalonamento da equipara&ccedil;&atilde;o entre PRONO e PROEB e o cumprimento das propostas apresentadas no of&iacute;cio.<br />
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<u><strong>Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica</strong></u><br />
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Ainda no dia 10, os trabalhadores foram ouvidos na Assembleia Legislativa, durante Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica realizada pela Comiss&atilde;o de Educa&ccedil;&atilde;o, que discutiu o atual momento da educa&ccedil;&atilde;o no estado com a greve. O resultado pr&aacute;tico da audi&ecirc;ncia &eacute; um Termo que ser&aacute; elaborado e assinado pelos parlamentares que comp&otilde;e a referida comiss&atilde;o. No documento, os deputados dever&atilde;o confirmar a pauta da categoria. O Termo ser&aacute; votado na ter&ccedil;a-feira, 15, em forma de Requerimento e enviado ao governador.</span>

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