"Apoio de partidos não representa aprovação do povo", diz PV sobre possíveis adesões ao siqueirismo

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<span style="font-size:14px;">O pr&eacute;-candidato ao governo do Tocantins, deputado Marcelo Lelis (PV), afirmou que &quot;a cada dia tem mais certeza no lan&ccedil;amento de uma candidatura pr&oacute;pria&quot; em face do sentimento de mudan&ccedil;a que se percebe em todos os lugares por onde j&aacute; passou.&nbsp;<br />
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Segundo o deputado, uma comitiva do Partido Verde tem andado todo o Tocantins realizando um amplo debate sobre a situa&ccedil;&atilde;o atual do Estado com o Movimento por uma Alternativa de Mudan&ccedil;a. <em>&ldquo;Nosso movimento tem sido muito enriquecedor porque estamos conhecendo a fundo o Estado e a vontade do nosso povo, que &eacute; de promover uma profunda mudan&ccedil;a no Tocantins&rdquo;</em>, argumentou Lelis.<br />
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Sobre as poss&iacute;veis composi&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias anunciadas pela chapa do Governo com o PP [de L&aacute;zaro Botelho] e PRB [de C&eacute;sar Halum], liderada por Siqueira Campos, Marcelo Lelis diz que todas essas articula&ccedil;&otilde;es passar&atilde;o pelo julgamento popular. <em>&ldquo;O apoio de partidos pol&iacute;ticos n&atilde;o representa o apoio e nem a aprova&ccedil;&atilde;o do povo. J&aacute; vimos que n&atilde;o adianta formar uma composi&ccedil;&atilde;o partid&aacute;ria baseada apenas nos interesses particulares de manuten&ccedil;&atilde;o de poder, n&atilde;o respeitando a ideologia, as propostas e o comportamento pol&iacute;tico. O povo tocantinense j&aacute; demonstrou que n&atilde;o aceita mais isso. &Eacute; isso que a popula&ccedil;&atilde;o quer mudar e &eacute; essa mudan&ccedil;a que acreditamos ser melhor para o Estado</em>&rdquo;, avaliou Lelis.<br />
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<u><strong>Segundo turno</strong></u><br />
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Durante entrevista em Guara&iacute;, ap&oacute;s reuni&atilde;o de trabalho na noite da &uacute;ltima sexta-feira (16), o deputado Marcelo Lelis refor&ccedil;ou que acredita que a elei&ccedil;&atilde;o deste ano ser&aacute; decidida no segundo turno. &ldquo;<em>N&atilde;o teremos uma elei&ccedil;&atilde;o plebicit&aacute;ria este ano, com apenas duas candidaturas competitivas. Acredito que teremos tr&ecirc;s ou quatro candidatos fortes na disputa. Isso levar&aacute; a elei&ccedil;&atilde;o para o segundo turno. E n&atilde;o sou eu quem diz isso, mas todas as pesquisas divulgadas e de consumo interno dos partidos apontam para um segundo turno. Isso fortalece o debate eleitoral e oferece mais op&ccedil;&otilde;es para a popula&ccedil;&atilde;o de fazer melhores escolhas no pleito&rdquo;</em>, pontuou Lelis.</span><br />

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