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Polícia Civil diz que desmantelou uma tentativa de fraude onde candidato venderia gabarito

admin -

<span style="font-size:14px;">O Governo do Estado afirmou nesta segunda-feira (2) que o trabalho de intelig&ecirc;ncia realizado pela Pol&iacute;cia Civil desmantelou uma tentativa de fraude nas provas do concurso p&uacute;blico que foi realizado neste domingo, 1&ordm; de junho, da primeira etapa do certame para os cargos de Agente de Pol&iacute;cia, Escriv&atilde;o de Pol&iacute;cia, Papiloscopista e Agente de Necrotomia.<br />
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Os detalhes da opera&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Civil foram apresentadas durante coletiva de imprensa concedida pelo secret&aacute;rio de Estado da Seguran&ccedil;a Publica Jos&eacute; Eli&uacute; de Andrada Jurubeba, em seu Gabinete na sede da SSP, em Palmas. Al&eacute;m dele, participam da entrevista coletiva, o secret&aacute;rio-executivo da SSP, delegado Deusiano Pereira, o corregedor Geral da Pol&iacute;cia Civil, Jos&eacute; Evando de Amorim e o corregedor, M&aacute;rcio Girotto Vilela, secret&aacute;rio da Administra&ccedil;&atilde;o, L&uacute;cio Mascarenhas, o comandante da Pol&iacute;cia Militar, coronel Luis Cl&aacute;udio Ben&iacute;cio, e o coordenador da Funda&ccedil;&atilde;o Aroeira, Ronaldo Pinheiro.<br />
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Conforme o secret&aacute;rio Eli&uacute; Jurubeba, o suspeito, Leon&iacute;cio de Sousa da Silva, que </span><span style="font-size:14px;">&eacute; Agente de Pol&iacute;cia,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">foi conduzido &agrave; Corregedoria da&nbsp;Pol&iacute;cia Civil, onde prestou depoimento, sendo instaurado o competente inqu&eacute;rito policial, bem como foram tomadas todas as provid&ecirc;ncias cab&iacute;veis para o esclarecimento dos fatos.<br />
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A Pol&iacute;cia chegou at&eacute; ele ap&oacute;s uma den&uacute;ncia an&ocirc;nima. Conforme o relato, Leon&iacute;cio da Silva, que fez prova para escriv&atilde;o, tentaria sair r&aacute;pido da sala a fim de repassar as respostas para outros dez candidatos. No entanto, a Pol&iacute;cia Federal, a pedido da organiza&ccedil;&atilde;o do concurso, refor&ccedil;ou a fiscaliza&ccedil;&atilde;o no momento da prova, impedido qualquer apontamento irregular.<br />
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Conforme a Pol&iacute;cia, logo que terminou a prova, o pr&oacute;prio acusado confessou, em depoimento, que inicialmente tinha a inten&ccedil;&atilde;o de vender as respostas por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para cada pessoa.<br />
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A tentativa de fraude ocorreu na aplica&ccedil;&atilde;o das provas na Faculdade Cat&oacute;lica do Tocantins em Palmas.</span><br />
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