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Ataídes diz que Eduardo Siqueira continua dando as cartas e que renúncias foram "plano maquiavélico"

admin -

<span style="font-size:14px;">O senador Ata&iacute;des Oliveira (PROS-TO) relatou as dificuldades enfrentadas pelo seu estado, em decorr&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o de maus administradores e da corrup&ccedil;&atilde;o, conforme assinalou. Ele observou que, apesar de suas imensas riquezas naturais, o Tocantins ainda &eacute; ref&eacute;m dos repasses federais por meio do Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Estados, de onde prov&ecirc;m 62% das suas receitas, porque a arrecada&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria n&atilde;o passa de R$ 1,4 bilh&atilde;o ao ano.<br />
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Segundo o senador, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; grave em todas as &aacute;reas, especialmente na seguran&ccedil;a e na sa&uacute;de. O Estado contaria apenas com um hospital regional e acaba de sair de uma greve de professores, que lutavam pelo cumprimento de direitos que j&aacute; tinham. Ele acusa a falta de investimentos em infraestrutura e saneamento b&aacute;sico e cobra a constru&ccedil;&atilde;o de um centro de conven&ccedil;&otilde;es para eventos com a finalidade de atrair neg&oacute;cios.<br />
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&mdash; Lamentavelmente, as coisas n&atilde;o s&atilde;o muito boas. O Estado &eacute; um gigante adormecido &mdash; acentuou.<br />
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Apesar dessa situa&ccedil;&atilde;o, ele observou que o Tocantins tem uma das maiores &aacute;reas entre os Estados, com 277 mil quil&ocirc;metros quadrados, 15 milh&otilde;es de hectares prontos para plantio, uma das maiores bacias de &aacute;gua doce do mundo, com dois grandes rios (Tocantins e Araguaia), al&eacute;m de grandes reservas minerais e elevado potencial energ&eacute;tico.<br />
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&mdash; Superar a situa&ccedil;&atilde;o atual &eacute; muito f&aacute;cil, n&atilde;o tem segredo nenhum, porque temos tudo: o que precisamos &eacute; de um administrador ou uma administradora que conhe&ccedil;a a fundo nossas riquezas e que queira fazer uma ruptura na nossa pol&iacute;tica, hoje p&uacute;trida e petrificada &mdash; afirmou.<br />
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O senador lembrou que, em quatro anos, o Tocantins teve oito governadores. Destacou que nos &uacute;ltimos meses ouve sucessivas ren&uacute;ncias, que decorreram de um &ldquo;plano maquiav&eacute;lico&rdquo; de desincompatibiliza&ccedil;&otilde;es noves meses antes do encerramento do mandato e elei&ccedil;&atilde;o do &uacute;ltimo governador pela Assembleia Legislativa. O objetivo teria sido assegurar a candidatura de filho do governador anterior, que continuaria dando as cartas no governo, de acordo com o parlamentar.</span>

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