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Celtins de Araguaína bate recorde em dias de trabalho sem acidentes

admin -

<span style="font-size:14px;">H&aacute; 275 dias, as equipes de campo e dos setores administrativos da Ger&ecirc;ncia Regional de Servi&ccedil;os de Aragua&iacute;na (P&oacute;los Aragua&iacute;na, Augustin&oacute;polis e Guara&iacute;) atuam sem acidentes com afastamento. O n&uacute;mero &eacute; um recorde entre as tr&ecirc;s ger&ecirc;ncias do Estado (Palmas, Aragua&iacute;na e Gurupi).<br />
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De acordo o gerente regional, Marcelo Camilo, a meta revela a constante preocupa&ccedil;&atilde;o da Celtins com a seguran&ccedil;a dos colaboradores em todos os tipos de servi&ccedil;os. &ldquo;Temos um minucoso sistema de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e cobran&ccedil;a. H&aacute; tamb&eacute;m exig&ecirc;ncias rigorosas por parte dos &oacute;rg&atilde;os trabalhistas e quando seguimos &agrave; risca todas as determina&ccedil;&otilde;es, empresa e colaboradores ganham&rdquo;, afirma.<br />
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Ao todo, 28 equipes pr&oacute;prias da concession&aacute;ria trabalham nos tr&ecirc;s p&oacute;los e nas cidades que possuem Unidades de Servi&ccedil;o da Celtins. E, segundo o t&eacute;cnico de seguran&ccedil;a do trabalho, Jo&atilde;o Aparecido de Lima, at&eacute; mesmo as equipes das empresas terceirizadas, que prestam servi&ccedil;os para a Celtins, devem cumprir todos os procedimentos de seguran&ccedil;a. &ldquo;Para garantir isso, fazemos vistorias aleat&oacute;rias, mas com frequ&ecirc;ncia, nos ve&iacute;culos das prestadoras&rdquo;, explica.<br />
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<u><strong>Material obrigat&oacute;rio</strong></u><br />
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Diariamente, antes de ir &agrave;s ruas cumprir as ordens de servi&ccedil;o, as equipes da Celtins realizam a checagem dos equipamentos e o estado de conserva&ccedil;&atilde;o de cada um. &ldquo;Cada ve&iacute;culo guarda tudo o que &eacute; preciso para o trabalho em campo&rdquo;, ressalta Jo&atilde;o. Cerca de 80 a 110 artigos comp&otilde;em o aparato de seguran&ccedil;a das equipes. Entre os mais importantes est&atilde;o a Linha de Vida, respons&aacute;vel por manter o colaborador preso ao poste durante servi&ccedil;os em altura, e o Detector de Tens&atilde;o, que confere se a rede est&aacute; ou n&atilde;o energizada antes das equipes come&ccedil;arem as interven&ccedil;&otilde;es.<br />
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Mas os equipamentos incluem ainda uniformes anti-chamas, capacetes resistentes &agrave; queda e descarga el&eacute;trica, &oacute;culos de seguran&ccedil;a, luvas e botinas com isolamento, cinto de seguran&ccedil;a tipo paraquedista, trava-quedas, manga isolante, fitas refletivas nas pernas, nos bra&ccedil;os e no tronco, para garantir mais visibilidade do trabalhador, principalmente nos servi&ccedil;os noturnos, entre outros. &ldquo;Periodicamente, tamb&eacute;m promovemos cursos de aperfei&ccedil;oamento e novidades com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a no trabalho&rdquo;, completa o t&eacute;cnico.<br />
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<u><strong>Ganhos</strong></u><br />
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Al&eacute;m de preservar a integridade f&iacute;sica do colaborador, os equipamentos garantem que a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os n&atilde;o seja interrompida por desfalque de equipes em casos de afastamento por acidentes. &ldquo;Ganhamos em produtividade e, principalmente, conquistamos a confian&ccedil;a do nosso colaborador, que trabalha com mais convic&ccedil;&atilde;o porque disp&otilde;e de toda a prote&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria&rdquo;, conclui Marcelo.</span>

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