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Zé Guimarães apresenta proposta inédita para controle da fome no país com uso de cartão social eletrônico

admin -

<span style="font-size:14px;">Atrav&eacute;s de um cart&atilde;o social universal, desenvolvido com sensores tecnol&oacute;gicos como uma esp&eacute;cie de chip eletr&ocirc;nico, a popula&ccedil;&atilde;o brasileira que vive na linha da mis&eacute;ria e da pobreza poder&aacute; ser monitorada e assim facilitar o controle de governos de toda parte do Brasil. Quem apresenta a possibilidade, baseada em estudos e teses elaboradas ao longo das duas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, &eacute; o escritor e arquiteto maranhense Z&eacute; Guimar&atilde;es, autor de dez livros que t&ecirc;m a fome como principal tema.<br />
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Para Guimar&atilde;es, que resolveu apresentar seu projeto quando os olhos do mundo est&atilde;o voltados para o Brasil, por causa da Copa do Mundo, a solu&ccedil;&atilde;o para dar um fim &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es sub-humanas nas quais vivem milhares de brasileiros seria a utiliza&ccedil;&atilde;o de um sistema inteligente para detectar os problemas e permitir que seja tra&ccedil;ado um perfil individual de cada cidad&atilde;o que necessite de uma aten&ccedil;&atilde;o especial do governo.<br />
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<u><strong>&quot;N&atilde;o estou inventando a roda. Meu objetivo &eacute; amenizar o problema da fome no pa&iacute;s&quot;</strong></u><br />
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– Com esta proposta, n&atilde;o estou inventando a roda. A ideia &eacute; apresentar uma solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica com base no que j&aacute; vimos em anos de estudo e que consideramos vi&aacute;vel para come&ccedil;ar a amenizar o problema da fome no pa&iacute;s.<br />
O sistema ir&aacute; creditar automaticamente os ativos estruturantes que ir&atilde;o tirar essas pessoas do estado humilhante da mis&eacute;ria e da pobreza. Atualmente, o controle &eacute; feito de forma arcaica, apresentando dados num&eacute;ricos sem a menor margem assertiva, apenas apresentada por alguns governos para suprir uma necessidade de formar uma estat&iacute;stica, afirmando haver sucessivas melhores no sistema, mas que ningu&eacute;m tem como provar. Sei que o clima &eacute; de festa, com a Copa do Mundo no Brasil, mas n&atilde;o podemos esquecer de nossas responsabilidades sociais – pontua, lembrando que a estrutura tecnol&oacute;gica utilizada para a realiza&ccedil;&atilde;o do mundial em territ&oacute;rio nacional facilitaria a implementa&ccedil;&atilde;o do sistema:<br />
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<u><strong>- A extensa rede de fibra &oacute;tica instalada pela organiza&ccedil;&atilde;o da Copa teria uma nobre finalidade ap&oacute;s os jogos.</strong></u><br />
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Escritor, hoje bem-sucedido, passou fome no interior do Maranh&atilde;o<br />
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Z&eacute; Guimar&atilde;es tem conhecimento de causa ao abordar o assunto, j&aacute; que, no passado, sofreu as piores consequ&ecirc;ncias da fome. Filho de uma costureira e de um alfaiate, teve de deixar o Maranh&atilde;o aos dois anos de idade para fugir da fome e da seca.<br />
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– Somos uma fam&iacute;lia de vencedores, venci a exclus&atilde;o social atrav&eacute;s dos estudos e da perseveran&ccedil;a. Sa&iacute; com meus pais e meus cinco irm&atilde;os do Maranh&atilde;o para o norte do Goi&aacute;s e passei fome, e falo sem nenhuma vergonha. Felizmente, dei a volta por cima. Me formei em arquitetura numa faculdade p&uacute;blica, a Universidade Estadual Paulista (a UNESP), e atualmente vivo em Tocantins, onde me estabeleci social e profissionalmente.<br />
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Em seus estudos, Guimar&atilde;es usa como refer&ecirc;ncia o Portal ODM, acompanhamento brasileiro dos objetivos de desenvolvimento do mil&ecirc;nio, com base nas metas da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU).<br />
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– No meu projeto, tudo o que existe de pol&iacute;tica p&uacute;blica federal, estadual, municipal ser&aacute; lan&ccedil;ado e integrado no chamado centro de controle das &quot;Cidades Sociais Inteligentes&quot;, onde ser&atilde;o considerados os casos mais graves e os mais f&aacute;ceis de serem solucionados, num mapeamento que listar&aacute; a car&ecirc;ncia de cada indiv&iacute;duo, evitando que programas como o &quot;Minha Casa Minha Vida&quot; contemplem cidad&atilde;os mais favorecidos que outros, excluindo quem realmente necessita. O controle tecnol&oacute;gico n&atilde;o traria apenas a modernidade &agrave; sociedade brasileira, mas o benef&iacute;cio do fim da desigualdade social no que diz respeito &agrave; mis&eacute;ria e &agrave; pobreza – afirma.<br />
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<u><strong>Chip tra&ccedil;aria renda de cada brasileiro</strong></u><br />
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O dispositivo eletr&ocirc;nico proposto por Guimar&atilde;es ainda permitiria que as cidades que aderirem ao sistema de Cidade Social Inteligente fizessem um controle espec&iacute;fico para monitorar as rendas de cada brasileiro.<br />
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– A ideia &eacute; que haja sensores espec&iacute;ficos de indig&ecirc;ncia, que, ao passar do tempo, poder&atilde;o ser vistos e revistos para acabar com injusti&ccedil;as sociais. Os 70 milh&otilde;es de brasileiros que vivem com faixa de renda m&aacute;xima de R$ 272,50 per capita, se conectados ao sistema da CSI, seriam avaliados com maior urg&ecirc;ncia e poderiam ter suas vidas e de suas fam&iacute;lias melhoradas. H&aacute; recursos para desenvolver o projeto, basta prevalecer o bom senso e o desejo de ajudar o pr&oacute;ximo em nossos pol&iacute;ticos.<br />
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<u><strong>Autor, que escreveu 10 livros sobre a fome, se inspirou em Josu&eacute; de Castro e Herbert de Souza</strong></u><br />
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O modelo de solu&ccedil;&otilde;es apresentado por Z&eacute; Guimar&atilde;es em seu mais recente livro, intitulado &quot;Cidades Sociais Inteligentes – sistemas conectados para o fim da mis&eacute;ria&quot; (Editora Imagem), com lan&ccedil;amento marcado para o dia 21 de junho, &agrave;s 21h, no restaurante Vov&ocirc; Tino, no Rio de Janeiro, n&atilde;o tem fins lucrativos. A proposta do autor &eacute; que os governantes e empresas privadas que tenham interesse em a&ccedil;&otilde;es sociais se mobilizem para utilizar a ideia apresentada na obra gratuitamente.<br />
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– N&atilde;o quero dinheiro, quero o fim da fome. O ge&oacute;grafo Josu&eacute; de Castro junto com o Betinho de Souza (Herbert de Souza, mineiro soci&oacute;logo e ativista de diretos humanos, que ficaram famosos ao lutarem pelo combate &agrave; fome), foram minhas maiores inspira&ccedil;&otilde;es. Tanto que o projeto concebido pelo Betinho, A&ccedil;&atilde;o da Cidadania contra a Fome, a Mis&eacute;ria e pela Vida, ser&aacute; o principal benefici&aacute;rio dos recursos obtidos com os lucros do lan&ccedil;amento carioca da obra.<br />
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O livro, que ser&aacute; vendido a R$ 25, poder&aacute; ser encontrado a partir de julho nas principais livrarias do pa&iacute;s e na internet.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/CIDADES%20SOCIAIS%20INTELIGENTES_ZEGUIMARAES.jpg" style="width: 610px; height: 880px;" /></span><br />

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