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Agentes penitenciários vão cruzar os braços caso Governo não honre compromisso de realizar concurso

admin -

<span style="font-size:14px;">O Sindicato de Policiais Civis (SINPOL/TO) informou que os&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">agentes penitenci&aacute;rios do Tocantins v&atilde;o</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;paralisar as atividades a partir do pr&oacute;ximo dia&nbsp;27 de junho caso o Governo do Estado n&atilde;o honre o acordo de realizar o concurso da Secretaria da Defesa Social (SEDES), conforme compromisso celebrado em setembro de 2013 entre o governo e SINPOL/TO.<br />
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O concurso para o cargo de t&eacute;cnico em Defesa Social tem sido pauta de reuni&otilde;es entre o presidente do SINPOL/TO, Moisemar Marinho, e autoridades competentes nas &uacute;ltimas semanas, inclusive com a participa&ccedil;&atilde;o das associa&ccedil;&otilde;es representativas da Pol&iacute;cia Civil.<br />
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Conforme o Sindicato, a realiza&ccedil;&atilde;o do certame &eacute; necess&aacute;ria e urgente para que os 394 agentes penitenci&aacute;rios da pol&iacute;cia civil cedidos para a SEDES retornem &agrave; sua fun&ccedil;&atilde;o primordial: garantir a seguran&ccedil;a da popula&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o de penitenci&aacute;rias. Hoje, com essa situa&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o quase 400 agentes do quadro permanente da pol&iacute;cia civil a menos nas delegacias do Tocantins.<br />
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O fato da Secretaria de Defesa Social n&atilde;o ter um quadro pr&oacute;prio de servidores impede que a pasta receba recursos federais, entre eles, os que s&atilde;o direcionados para a forma&ccedil;&atilde;o de pessoal e aquisi&ccedil;&atilde;o de materiais. Essa falta de quadro pr&oacute;prio de pessoal poder&aacute; trazer preju&iacute;zos irrepar&aacute;veis ao Estado.</span>

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