Fayed mantém a navalha no pescoço de Eduardo Siqueira e Operação Miquéias 2 vai pegar tubarões, diz jornalista

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<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Podemos ter surpresas durante a campanha eleitoral deste ano no Tocantins. O emblem&aacute;tico caso do rombo bilion&aacute;rio no Igeprev (Instituto de Gest&atilde;o Previdenci&aacute;ria) pode integrar a pauta investigativa da Pol&iacute;cia Federal. O assunto foi um dos temas abordados pelo jornalista <strong><a href="http://www.jornaldebrasilia.com.br/coluna/noticias/292/isso-e-mino-pedrosa/2/" target="_blank">Mino Pedrosa</a></strong>, ontem (10), em sua coluna no Jornal de Bras&iacute;lia.<br />
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O jornalista antecipou que &ldquo;ser&aacute; deflagrada a Opera&ccedil;&atilde;o Miqueias II, durante a campanha eleitoral de outubro&rdquo;. Os alvos principais s&atilde;o os tubar&otilde;es que se alimentaram das carnes do conglomerado churrascaria Porc&atilde;o, disse Mino Pedrosa.<br />
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O Igeprev foi um dos institutos que abasteceu os cofres da Churrascaria Porc&atilde;o e saiu no preju&iacute;zo. Enquanto a grande maioria dos fundos de previd&ecirc;ncia no pa&iacute;s aplicavam 11% de seus ativos em fundos temer&aacute;rios, o Igeprev aplicava 42,8%. Em alguns casos chegou a ser o investidor exclusivo do fundo. J&aacute; os fundos controlados pelo doleiro&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">receberam R$ 271 milh&otilde;es do Instituto.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Al&eacute;m disso, quando j&aacute; pipocavam as den&uacute;ncias das aplica&ccedil;&otilde;es irregulares, o Igeprev ficou, no in&iacute;cio de 2014, s&oacute;cio do Porc&atilde;o, onde tinha aplica&ccedil;&otilde;es de R$ 400 milh&otilde;es. Eduardo Siqueira era o presidente do Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o do Igreprev e foi respons&aacute;vel por avalizar grande parte dos investimentos temer&aacute;rios.<br />
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<u><strong>Alvo da Opera&ccedil;&atilde;o Miqueias 2</strong></u><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/dudu.jpg" style="width: 300px; height: 211px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;" />Conforme a publicada sob o t&iacute;tulo &ldquo;Churrasco Queimado&rdquo;, &ldquo;o conhecido Pedro Paulo Leoni Ramos ser&aacute; o alvo central, pois o doleiro Fayed Trabouse e seu parceiro Rog&eacute;rio Villas Boas mant&ecirc;m a navalha no pesco&ccedil;o do primog&ecirc;nito, Eduardo Siqueira Campos&rdquo;.<br />
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O jornalista afirma ainda que a Pol&iacute;cia Federal e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico acompanham a ousadia da dupla Fayed e Rog&eacute;rio, comandando ainda o Fundo de Previd&ecirc;ncia do Estado do Tocantins.<br />
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<em>&ldquo;Os candidatos que contam com recursos de fundos para abastecer campanhas eleitorais tamb&eacute;m entrar&atilde;o na mira da PF e do MPF. A opera&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o tem data e hora, mas j&aacute; se sabe que os tubar&otilde;es que buscam o caminho da pris&atilde;o ter&atilde;o sucesso antes de outubro, pois peritos da Pol&iacute;cia Federal estudam todos os movimentos dos fundos relacionados em Tocantins. O que j&aacute; se sabe &eacute; que o conglomerado Porc&atilde;o est&aacute; falido e a qualquer momento sair&aacute; a senten&ccedil;a despejando a churrascaria dos pr&eacute;dios sub judice&rdquo;</em>, diz Mino Pedrosa.</span>

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