Sem-terras ligados ao MST ocupam fazenda no Tocantins; clima é tenso

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<span style="font-size:14px;">Sem-terra ocupam, desde o &uacute;ltimo s&aacute;bado (7), uma fazenda em Porto Nacional (TO), cidade a cerca de 25 quil&ocirc;metros da capital do estado, Palmas. Ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os ocupantes pedem pressa na desapropria&ccedil;&atilde;o da Fazenda Nossa Senhora do Carmo (antiga Dom Augusto).<br />
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Segundo o MST, o processo de desapropria&ccedil;&atilde;o tramita h&aacute; mais de tr&ecirc;s anos no Instituto Nacional de Coloniza&ccedil;&atilde;o e Reforma Agr&aacute;ria (Incra). Durante esse per&iacute;odo, eles permanecem acampados &agrave;s margens da rodovia TO-050, &agrave; espera da cria&ccedil;&atilde;o do assentamento.<br />
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De acordo com o dirigente estadual do MST, Messias Vieira Barbosa, cerca de 150 trabalhadores rurais sem terra est&atilde;o acampados junto a uma das sedes da fazenda. Embora n&atilde;o haja, at&eacute; o momento, registros de viol&ecirc;ncia, o clima no local &eacute; &ldquo;bastante tenso&rdquo;, conforme afirmou Barbosa.<br />
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&ldquo;H&aacute; seguran&ccedil;as armados no local e a tend&ecirc;ncia &eacute; de que mais trabalhadores cheguem a qualquer momento. A pol&iacute;cia militar est&aacute; fazendo rondas na &aacute;rea&rdquo;, disse Barbosa.<br />
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De acordo com o MST, a fazenda foi instalada a partir da &quot;apropria&ccedil;&atilde;o indevida, uma verdadeira grilagem de terras p&uacute;blicas da Uni&atilde;o e do governo do estado do Tocantins&quot;. Al&eacute;m disso, o movimento garante que o Incra concluiu que os representantes da fazenda Dom Augusto n&atilde;o apresentaram os documentos que confirmem o dom&iacute;nio legal da &aacute;rea.<br />
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A Ag&ecirc;ncia Brasil entrou em contato com a superintend&ecirc;ncia do instituto, mas ainda n&atilde;o conseguiu conversar com nenhum dos respons&aacute;veis pelo &oacute;rg&atilde;o. <em>(Ag&ecirc;ncia Brasil)</em></span>

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