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Jornalista divulga imagens que seriam da agenda do doleiro Fayed com nomes de Eduardo Siqueira e Gomes

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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Um dos jornalistas mais pol&ecirc;micos de Bras&iacute;lia (DF), Mino Pedrosa, divulgou no seu <u><strong><a href="http://www.quidnovi.com.br/mino/detalhe.asp?c=3512" target="_blank">blog</a></strong></u> nesta quinta-feira (24) imagens que, segundo ele, seriam c&oacute;pias da agenda do doleiro Fayed Trabouse, l&iacute;der de uma quadrilha que fraudava fundos de previd&ecirc;ncia. Nas imagens constam os nomes do candidato a deputado estadual, Eduardo Siqueira Campos, do deputado federal e candidato a senador Eduardo Gomes, e tamb&eacute;m do ex-presidente do Igeprev, Rog&eacute;rio Villas Boas.<br />
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Segundo o jornalista, &ldquo;as campanhas eleitorais come&ccedil;am a esquentar com documentos, fitas de v&iacute;deos e &aacute;udios, feitos pela Pol&iacute;cia Federal em opera&ccedil;&otilde;es deflagradas a toque de caixa para abastecer o jogo pol&iacute;tico que se define em outubro&rdquo;.<br />
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Conforme Mino Pedrosa, uma grande opera&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal ser&aacute; deflagrada antes do dia 05 de outubro para pegar os tubar&otilde;es que atuam no esquema de fundo de previd&ecirc;ncia. <em>&ldquo;Toda a agenda do doleiro apreendida pela PF, ser&aacute; divulgada por esta coluna&rdquo;</em>, avisa o jornalista.<br />
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Esta semana, ap&oacute;s tr&ecirc;s meses de &ldquo;licen&ccedil;a&rdquo; a delegada Andrea Pinho, que deflagrou a Opera&ccedil;&atilde;o Miqu&eacute;ias, Lava Jato e investigava a participa&ccedil;&atilde;o do ex-presidente Lula no mensal&atilde;o denunciado por Marcos Val&eacute;rio, foi afastada das opera&ccedil;&otilde;es e atualmente prepara relat&oacute;rios nos inqu&eacute;ritos instaurado por ela.<br />
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<u><strong>Lista de propinas</strong></u><br />
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As imagens, que seriam da agenda do doleiro, mostram uma lista de pagamentos de propinas que tiram sido feitas a Eduardo Siqueira Campos, Eduardo Gomes e ao ex-gestor do fundo de previd&ecirc;ncia do Estado, Rog&eacute;rio Villas Boas.<br />
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Eduardo Siqueira foi presidente do Conselho Administrativo do Igeprev, onde aplica&ccedil;&otilde;es foram feitas em desacordo com as normas e resolu&ccedil;&otilde;es do Banco Central, gerando preju&iacute;zos j&aacute; mensurados pelo Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia da at&eacute; agosto de 2012 na ordem de R$&nbsp; 342&nbsp; milh&otilde;es, assim divididos: em agosto de 2012, preju&iacute;zos de R$ 153,6 milh&otilde;es com o BVA (liquidado), R$ 143 milh&otilde;es no Diferencial (liquidado pelo Banco Central) e R$ 46 milh&otilde;es no FIDC Trendbank, administrado pelo banco Cruzeiro do Sul (tamb&eacute;m liquidado).<br />
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<u><strong>Os valores supostamente recebidos</strong></u><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/WIN_20021208_120000%20(42).JPG" style="width: 400px; height: 570px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Na primeira anota&ccedil;&atilde;o, feita &agrave; m&atilde;o, aparece a inscri&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Eduardo Gomes &ndash; Deve &ndash; R$ 60 mil&rdquo;, seguido de uma data 19/11.<br />
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Logo abaixo, o nome &ldquo;Eduardo Siqueira&rdquo; aparece associado a diversos valores, que totalizam aparentemente a soma de R$ 952 mil 557.<br />
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A mesma soma aparece em outra anota&ccedil;&atilde;o, a partir da qual v&atilde;o se somando outros valores at&eacute; totalizar anota&ccedil;&atilde;o correspondente a R$ 1 milh&atilde;o 415 mil, aos quais &eacute; subtraido em outra linha, R$ 900 mil, totalizando R$565,114. A estes valores &eacute; somado novamente 240, totalizando R$ 705 mil 114.<br />
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Rog&eacute;rio Villas Boas tamb&eacute;m figura na lista, com uma anota&ccedil;&atilde;o que indica movimenta&ccedil;&atilde;o de valores diversos totalizando R$ 663 mil e 500.<br />
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<u><strong>&quot;S&atilde;o rabiscos sem credibilidade&quot;, diz Eduardo</strong></u><br />
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De acordo com o Portal <em>T1 Not&iacute;cias</em>, Eduardo Siqueira disse que o assunto n&atilde;o merece resposta por se tratar de material que n&atilde;o merece credibilidade, mas apenas rabiscos e supostas anota&ccedil;&otilde;es. <em>&ldquo;&Eacute; fundamental sublinhar que eu n&atilde;o respondo qualquer investiga&ccedil;&atilde;o, inqu&eacute;rito nem tenho cita&ccedil;&atilde;o em mais de tr&ecirc;s mil p&aacute;ginas que embasam as investiga&ccedil;&otilde;es e que, portanto, excluem-me do referido assunto&rdquo;</em>, disse Eduardo.<br />
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J&aacute; Eduardo Gomes afirmou ao <em>T1 Not&iacute;cias</em> que &ldquo;essa divulga&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi feita pelo jornal Nacional .Na mat&eacute;ria divulgada na &eacute;poca eu respondi com absoluta seguran&ccedil;a de que n&atilde;o h&aacute; nenhum tipo de envolvimento meu com propina de qualquer &oacute;rg&atilde;o e que todas as provid&ecirc;ncias que comprovam isso foram contextualizadas em a&ccedil;&atilde;o judicial.&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">Ent&atilde;o, a repercuss&atilde;o no momento eleitoral de um fato j&aacute; divulgado, me deixa com a mais absoluta tranquilidade de que sou candidato a senador em plenas condi&ccedil;&otilde;es legais, sem nenhuma a&ccedil;&atilde;o ajuizada contra mim, nenhuma investiga&ccedil;&atilde;o e nenhum tipo de processo</span><span style="font-size:14px;">.&quot;<br />
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<u><strong>Saiba quem &eacute; Mino Pedrosa</strong></u><br />
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Mino Pedrosa &eacute; um dos jornalistas mais pol&ecirc;micos de Bras&iacute;lia. H&aacute; quem ainda o considere rep&oacute;rter investigativo, outros o tratam como lobista e h&aacute; ainda aquelas que usam qualifica&ccedil;&otilde;es impublic&aacute;veis. Em seu curr&iacute;culo, consta um dos maiores furos de reportagem da hist&oacute;ria da imprensa brasileira. Foi ele quem, em 1992, revelou a hist&oacute;ria do motorista Eriberto Fran&ccedil;a, que selou o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. &Eacute; da sua lavra tamb&eacute;m a revela&ccedil;&atilde;o de um esc&acirc;ndalo de grampos clandestinos, que abateu Ant&ocirc;nio Carlos Magalh&atilde;es. Em 2004, Mino estava afastado das reda&ccedil;&otilde;es. Era assessor do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Foi ele quem fez circular entre algumas reda&ccedil;&otilde;es a fita em que Waldomiro Diniz, ex-assessor da Casa Civil, pede propina ao bicheiro, no primeiro esc&acirc;ndalo do governo Lula.</span>

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