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Representante do Ministério da Saúde pode participar da audiência que discutirá terceirização do HRA por R$ 51 milhões

admin -

<span style="font-size:14px;">Um representante do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pode ser escalado para participar da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que discutir&aacute; a terceiriza&ccedil;&atilde;o do Hospital Regional de Aragua&iacute;na, prevista para o pr&oacute;ximo dia 5 de agosto. &nbsp;O pedido foi protocolado pela senadora K&aacute;tia Abreu (PMDB) na noite desta sexta, 1&ordm; de agosto, no Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, junto ao ministro Arthur Chioro.<br />
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K&aacute;tia argumenta, no documento protocolado, que h&aacute; falta de transpar&ecirc;ncia, por parte do Governo do Estado do Tocantins, ao querer terceirizar o servi&ccedil;o de sa&uacute;de p&uacute;blica naquele hospital por R$ 51 milh&otilde;es ao m&ecirc;s, de forma a&ccedil;odada, sem possibilitar uma discuss&atilde;o mais aprofundada por parte da popula&ccedil;&atilde;o e em pleno per&iacute;odo de campanha eleitoral.<br />
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Para a Senadora, a terceiriza&ccedil;&atilde;o, nos termos em que &eacute; colocada, necessita de abordagem t&eacute;cnica mais ami&uacute;de dos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e de prazos mais dilatados de discuss&atilde;o,&nbsp; dada a cifra colocada de R$ 258 milh&otilde;es em cinco anos e o caos reinante na sa&uacute;de p&uacute;blica estadual, com a suspens&atilde;o&nbsp; de plant&otilde;es hospitalares, de servi&ccedil;o de UTI A&eacute;rea,&nbsp; de coleta de lixo hospitalar por inadimpl&ecirc;ncia rotineira da Administra&ccedil;&atilde;o como fartamente denunciado por pacientes e divulgado pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o.<br />
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No pedido, a senadora K&aacute;tia Abreu ressalta ainda as inconsist&ecirc;ncias da administra&ccedil;&atilde;o que consome&nbsp; cerca de 96%&nbsp; do or&ccedil;amento da sa&uacute;de com o custeio da m&aacute;quina &ldquo;o que exige a participa&ccedil;&atilde;o desse Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de em discuss&atilde;o de tal monta, que a administra&ccedil;&atilde;o pretende realizar a toque de caixa, como se insurge, estabelecendo um calend&aacute;rio pr&oacute;prio ex&iacute;guo de 15 dias, como se divulga, para aprecia&ccedil;&atilde;o e aprova&ccedil;&atilde;o da terceiriza&ccedil;&atilde;o daquela unidade hospitalar&rdquo;, pontua a parlamentar no seu pedido protocolado no Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.<br />
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Veja of&iacute;cio em anexo.</span>

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