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Tocantins alcança novos mercados e registra crescimento de 31,66% em exportações

admin -

<span style="font-size:14px;">Com grande potencial para agricultura e agropecu&aacute;ria, o Estado do Tocantins vem alcan&ccedil;ando novas fronteiras de exporta&ccedil;&atilde;o com produtos que agradam a diferentes pa&iacute;ses. De janeiro a junho deste ano, de acordo com dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex), ligada ao Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior (Mdic), o Estado exportou 634.335 toneladas de produtos do agroneg&oacute;cio.<br />
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O agroneg&oacute;cio tocantinense j&aacute; chegou a pa&iacute;ses como R&uacute;ssia, Venezuela, Egito, Ir&atilde;, Estados Unidos, a Associa&ccedil;&atilde;o Latino Americana de Integra&ccedil;&atilde;o &ndash; Aladi, &Aacute;frica, Oriente M&eacute;dio, &Aacute;sia, e a Uni&atilde;o Europeia, entre outros. Se comparado ao primeiro semestre de 2013, quando foram produzidas 481.795 toneladas, o crescimento da exporta&ccedil;&atilde;o do agroneg&oacute;cio subiu 31,66%.<br />
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Na lista de produtos de exporta&ccedil;&atilde;o est&atilde;o gr&atilde;os, como a soja e o milho, frutas frescas e seus derivados, bovinos processados como: carnes, mi&uacute;dos, couro, al&eacute;m de outros produtos aliment&iacute;cios processados. No topo da lista est&aacute; a soja. O produto foi enviado para pa&iacute;ses de janeiro a junho de 2013, um total de 433.961 toneladas. J&aacute; no primeiro semestre de 2014, foi exportado um total de 604.684 toneladas, registrando um aumento de 39,80%.<br />
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A carne bovina aparece em segundo lugar entre os produtos de exporta&ccedil;&atilde;o, atingindo a marca de 24 mil toneladas exportadas de janeiro a junho de 2014, principalmente para R&uacute;ssia, Venezuela e Egito. Um crescimento de 5,72% se comparado ao mesmo per&iacute;odo de 2013, quando foram exportados pouco mais de 23 mil toneladas. Em valores, o crescimento foi de 10,01%, uma vez que de janeiro a junho de 2013 a venda do produto para outros pa&iacute;ses atingiu US$ 93,9 milh&otilde;es, enquanto que de janeiro a junho de 2014, a venda foi de US$ 103,3 milh&otilde;es.<br />
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<u><strong>Produ&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Foto%203%20-%20%20Banana%20-%20foto%20-%20Lia%20Mara.jpg" style="width: 300px; height: 180px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Segundo o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura do Estado, Ruiter P&aacute;dua, o Tocantins tem condi&ccedil;&otilde;es propicias para produzir para o mercado de exporta&ccedil;&atilde;o. <em>&ldquo;Por sermos um Estado livre da aftosa e termos dois frigor&iacute;ficos credenciados para exporta&ccedil;&atilde;o – um em Gurup&iacute;, e outro em Aragua&iacute;na – &eacute; importante para esses n&uacute;meros. O fato de nosso boi ser criado praticamente com a pastagem; e pela topografia do nosso Estado, que &eacute; bastante plana, conseguimos produzir uma carne mais macia. Isso tudo faz com que possamos exportar&rdquo;</em>, destacou.<br />
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Ainda segundo Ruiter P&aacute;dua, o programa de incentivo fiscal tribut&aacute;rio, concedido pelo governo do Estado aos frigor&iacute;ficos, faz com que os empres&aacute;rios tenham pre&ccedil;os competitivos para exportar. Essas caracter&iacute;sticas tamb&eacute;m fazem com que o couro bovino alcan&ccedil;asse o mercado internacional. O grande destaque do per&iacute;odo foi o couro bovino. Segundo os dados da Secex, o aumento foi de 154,07% no volume de toneladas exportadas, que passou de 1.230 de janeiro a junho 2013, para 3.125 toneladas no mesmo per&iacute;odo de 2014.<br />
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J&aacute; no que se refere &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os, em especial da soja, tem crescido a demanda principalmente da China e da Uni&atilde;o Europeia, o que reflete no &iacute;ndice de produ&ccedil;&atilde;o, como destacou o engenheiro agr&ocirc;nomo da Seagro Genebaldo de Queiroz.<br />
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<em>&ldquo;O Tocantins tem &aacute;reas de pastagem degradada que est&atilde;o sendo convertidas para produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os. Temos um clima muito favor&aacute;vel e contamos com rodovias que passam por dentro do Estado, ficamos pr&oacute;ximos aos portos do Nordeste, e agora a Ferrovia Norte Sul, que diminui o valor do transporte at&eacute; os portos. Todos esses fatores em conjunto t&ecirc;m aumentado a produ&ccedil;&atilde;o. Estamos crescendo em &aacute;rea e em qualidade&rdquo;</em>, apontou.<br />
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<u><strong>Projeto Manuel Alves</strong></u><br />
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J&aacute; este ano, a produ&ccedil;&atilde;o de banana do Projeto de Irriga&ccedil;&atilde;o Manuel Alves, no munic&iacute;pio de Dian&oacute;polis, a 320 Km de Palmas, chegou ao mercado Argentino. O embarque experimental aconteceu em junho. Foram enviadas 30 toneladas de banana nanica, que podem garantir a entrada para futuras cargas.<br />
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Os produtores do projeto, que &eacute; um dos maiores do Brasil – com uma &aacute;rea de cinco mil hectares e com expans&atilde;o prevista para 15 mil -, devem bater recorde na produ&ccedil;&atilde;o de bananas neste ano, com 3.200 toneladas da fruta, que j&aacute; &eacute; comercializada para v&aacute;rios Estados vizinhos.<br />
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De acordo com Genebaldo de Queiroz, com o apoio do governo do Estado, os produtores est&atilde;o se qualificando e conquistam novos mercados. <em>&ldquo;O projeto tem apoio integral do governo e os produtores t&ecirc;m conseguido uma produtividade muito boa, que atende os mercados mais exigentes. A banana &eacute; o produto mais conhecido do mundo e, para ser aceito mercado, precisa ser um produto de qualidade&rdquo;</em>, frisou.</span>

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