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63% dos deputados federais do Tocantins estão sob investigação criminal no Supremo Tribunal

Redação AF - |
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Da Redação – AF Notícias

63% dos deputados federais do Tocantins possuem pendências criminais no STF.
63% dos deputados federais do Tocantins possuem pendências criminais no STF.

O Tocantins está no topo da lista dos deputados federais investigados por crimes no Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo menos 63% da bancada tocantinense tem acusações criminais em andamento, ou seja, dos 8 parlamentares, 5 estão na lista. O levantamento foi divulgado pelo Congresso em Foco, neste sábado (12).

Pelo menos metade da bancada do Distrito Federal e de seis estados responde a inquéritos ou ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

No caso do Amapá e do Tocantins, esse índice chega a 63%. Dos oito deputados de cada uma dessas unidades, ao menos cinco estão sob suspeita. Cinco também são os investigados de Alagoas, que têm nove parlamentares na Casa.

Já Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia têm 50% dos seus oito representantes na mira do Supremo.

Dona do maior número de cadeiras na Câmara, a bancada de São Paulo é a que tem mais deputados, em termos absolutos, sob investigação: 17 (24%) dos 70 representantes paulistas na Câmara. Em seguida, aparecem a Bahia (com 12 de seus 39 representantes) e o Rio de Janeiro (com 12 de seus 46 deputados respondendo ao Supremo).

Rio Grande do Norte (13%) e Minas Gerais (17%) são os dois estados com menor índice de deputados com suspeitas de práticas criminosas.

Veja o ranking dos estados com mais deputados sob investigação (por ordem decrescente de percentual da bancada):

UF Bancada Investigados % de investigados
AP 8 5 63%
TO 8 5 63%
AL 9 5 56%
DF 8 4 50%
MS 8 4 50%
MT 8 4 50%
RO 8 4 50%
PB 12 5 42%
AC 8 3 38%
PR 30 10 33%
CE 22 7 32%
SC 16 5 31%
BA 39 12 31%
RJ 46 12 26%
RS 31 8 26%
AM 8 2 25%
RR 8 2 25%
SE 8 2 25%
SP 70 17 24%
GO 17 4 24%
PA 17 4 24%
MA 18 4 22%
PE 25 5 20%
ES 10 2 20%
PI 10 2 20%
MG 53 9 17%
RN 8 1 13%

Fonte: Congresso em Foco com base em pesquisa no STF concluída em 19 de novembro.

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