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Detentos da Casa de Prisão Provisória de Araguaína estão em greve de fome há mais de 24 horas

admin -

<span style="font-size:14px;">Desde o meio dia de quarta-feira (03), detentos de dois pavilh&otilde;es da Casa de Pris&atilde;o Provis&oacute;ria de Aragua&iacute;na (CPPA) est&atilde;o em greve de fome.&nbsp; Entre as reinvindica&ccedil;&otilde;es est&aacute; o aumento do hor&aacute;rio da visita, mas a dire&ccedil;&atilde;o da unidade afirma n&atilde;o ser poss&iacute;vel atender.<br />
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A greve &eacute; parcial, localizada nos Pavilh&otilde;es B e C e tem ades&atilde;o de 61% dos presos da unidade.&nbsp; Ao todo, 88 dos 140 deles, se recusam a comer h&aacute; mais de 24 horas.&nbsp; A alimenta&ccedil;&atilde;o chega a ser fornecida, mas &eacute; descartada posteriormente, segundo a dire&ccedil;&atilde;o da CPPA.<br />
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Os presos exigem o retorno da entrada de linhas para fazer croch&ecirc;, que segundo a Casa de Pris&atilde;o, foi suspensa ap&oacute;s encontrarem drogas e um celular junto com o material. Quanto a esta reinvindica&ccedil;&atilde;o a dire&ccedil;&atilde;o afirmou que &eacute; poss&iacute;vel ser atendida.<br />
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Outra exig&ecirc;ncia dos presos &eacute; o aumento do hor&aacute;rio de visitas.&nbsp; Atualmente ocorre em meio per&iacute;odo (s&aacute;bado &agrave; tarde e domingo pela manh&atilde; e tarde). Ou seja, um turno para cada pavilh&atilde;o. E os grevistas exigem que o tempo seja aumentado para o dia todo.<br />
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A dire&ccedil;&atilde;o da CPPA explicou que n&atilde;o tem como atender essa reinvindica&ccedil;&atilde;o pelo fato de n&atilde;o ter agentes o suficiente para garantir a seguran&ccedil;a.&nbsp; Informou ainda que enquanto durar a greve de fome estar&aacute; suspensa a entrada de alimentos trazidos por familiares e tamb&eacute;m as visitas.</span>

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