MPF instaura inquérito para investigar ameaças de pistoleiros contra camponeses

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<span style="font-size:14px;">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal no Tocantins, por interm&eacute;dio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidad&atilde;o, instaurou inqu&eacute;rito civil para investigar amea&ccedil;as relacionadas a conflitos fundi&aacute;rios no Tocantins feitas contra camponeses, defensores de direitos humanos, integrantes da Comiss&atilde;o Pastoral da Terra (CPT) e de outros movimentos sociais.<br />
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A situa&ccedil;&atilde;o dos camponeses foi relatada pelo advogado e integrante da CPT, Silvano Lima Rezende e Edmundo Rodrigues Costa, e pela coordenadora do Centro de Refer&ecirc;ncia em Direitos Humanos, Maria de F&aacute;tima Dourado, em audi&ecirc;ncia com o procurador Fernando Antonio Alves Oliveira J&uacute;nior.<br />
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Al&eacute;m das amea&ccedil;as recebidas pelos camponeses, Silvano informou que recentemente pessoas desconhecidas em um carro preto o procuraram em sua casa, na qual ele n&atilde;o estava no momento, e permaneceram circulando nas imedia&ccedil;&otilde;es. Desde ent&atilde;o, ele tem recebido liga&ccedil;&otilde;es de celular com n&uacute;mero restrito sem que nada seja dito.<br />
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Os representantes da CPT informaram que h&aacute; apenas uma delegacia agr&aacute;ria no Estado do Tocantins, mas n&atilde;o h&aacute; promotoria agr&aacute;ria, nem vara especializada. Uma das lutas da Comiss&atilde;o &eacute; para que seja criada uma vara agr&aacute;ria em Palmas e uma em Aragua&iacute;na e a quantidade necess&aacute;ria de promotorias agr&aacute;rias, o que, segundo a Comiss&atilde;o, melhoraria a repress&atilde;o criminal e ajudaria a reduzir a viol&ecirc;ncia no campo.</span>

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