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Recuperação de cratera na TO-222 pelo Governo não suportou as primeiras chuvas; pista está interditada

admin -

<u><span style="font-size:14px;">Da Reda&ccedil;&atilde;o</span></u><br />
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<span style="font-size:14px;">O Governo do Estado demorou quase um ano para recuperar uma das pistas da TO-222, no per&iacute;metro urbano de Aragua&iacute;na (TO), que estava cortada por uma gigantesca cratera. O local fica a poucos metros da sede do Detran na cidade.<br />
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Agora, exatamente no mesmo local e prestes a completar um ano de recupera&ccedil;&atilde;o do trecho, as primeiras chuvas que ca&iacute;ram j&aacute; levaram grande parte do aterro e das manilhas que foram usadas na rodovia. Mesmo assim, motoristas e pedestres ainda se arriscam passando no peda&ccedil;o que ainda resta da pista. A TO-222 &eacute; muito frequentada todos os dias, nas manh&atilde;s e finais de tardes, por pessoas que fazem caminhadas e corridas.<br />
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Quem acompanhou o drama da rodovia em 2013, teme viv&ecirc;-lo mais uma vez. Para evitar maiores problemas, ou at&eacute; acidentes, a AMTT colocou placas de sinaliza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;ximo a cratera para alertar os pedestres e motoristas. Nesta semana, funcion&aacute;rios da Agetrans fixaram tamb&eacute;m placas no in&iacute;cio e no final da pista, mas, mesmo assim, h&aacute; quem se arrisque a furar o bloqueio e passar perto do perigo.&nbsp;<br />
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Apesar do problema se repetir a menos de um ano, ele j&aacute; era esperado, visto que os servi&ccedil;os de recupera&ccedil;&atilde;o realizados pela pr&oacute;pria Agetrans foram apenas paliativos.<br />
<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/CAM00464.jpg" style="width: 600px; height: 338px;" /><br />
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<u><strong>Hist&oacute;rico</strong></u><br />
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O mesmo ponto da rodovia TO-222, que se confunde com a Avenida Filad&eacute;lfia no per&iacute;metro urbano, tamb&eacute;m foi levado pela enxurrada durante uma forte chuva que caiu no dia 24 de dezembro de 2012. A recupera&ccedil;&atilde;o do local s&oacute; aconteceu 11 meses depois e ap&oacute;s muitas cobran&ccedil;as da imprensa e at&eacute; do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual que oficiou os &oacute;rg&atilde;os respons&aacute;veis cobrando provid&ecirc;ncias.</span>

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