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Superintendente da PF diz que haverá grande contingente da Força Nacional no Tocantins para evitar compra de votos

admin -

<span style="font-size:14px;">O superintendente Regional da Policia Federal no Tocantins, Robinson Fuchs Brasilino, deu a garantia de que um grande contingente da For&ccedil;a Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica vai estar presente no Tocantins para assegurar a tranquilidade nas elei&ccedil;&otilde;es e evitar a compra de votos. A informa&ccedil;&atilde;o foi repassada &agrave;</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;senadora K&aacute;tia Abreu (PMDB), na manh&atilde; desta sexta-feira, 26, durante reuni&atilde;o onde tamb&eacute;m esteve presente a</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;delegada Cec&iacute;lia Silva Franco.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">O pedido das for&ccedil;as federais foi feito pela senadora em documento protocolado no Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e na Diretoria Geral da Pol&iacute;cia Federal. O foco da investiga&ccedil;&atilde;o e vigil&acirc;ncia &eacute; nos cinco maiores munic&iacute;pios do Tocantins e da regi&atilde;o do Bico do Papagaio.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Robinson Fuchs afirmou que muitos policiais da For&ccedil;a Nacional j&aacute; se encontram em alguns munic&iacute;pios, e que um grande n&uacute;mero tamb&eacute;m j&aacute; est&aacute; chegando nestes dias.<em> &ldquo;Quero garantir a todos os tocantinenses que n&atilde;o permitiremos nenhum tipo de a&ccedil;&atilde;o que possa colocar em risco a seguran&ccedil;a e o n&atilde;o cumprimento das leis durante as elei&ccedil;&otilde;es e os dias que a antecedem&rdquo;</em>, anunciou o superintendente.<br />
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A senadora K&aacute;tia Abreu, que vai estar pessoalmente na pr&oacute;xima segunda-feira, 29, com o ministro da Justi&ccedil;a, Jos&eacute; Eduardo Cardozo, e com o diretor Geral da Pol&iacute;cia Federal, Leandro Daiello Coimbra, agradeceu o empenho das institui&ccedil;&otilde;es de Justi&ccedil;a, e reafirmou que sua solicita&ccedil;&atilde;o se justifica em fun&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meras den&uacute;ncias de contrata&ccedil;&atilde;o em massa de cabos eleitorais, atribu&iacute;das ao grupo governista, especialmente ao deputado federal Eduardo Gomes, candidato ao Senado e ao ex-secret&aacute;rio Eduardo Siqueira Campos, que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa.</span>

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