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Carta da Indústria 2014 define pontos para serem corrigidos pelo governo Dilma até 2018

admin -

<span style="font-size:14px;">No segundo e &uacute;ltimo dia do Encontro Nacional da Ind&uacute;stria (ENAI), os participantes elaboraram a Carta da Ind&uacute;stria 2014 com a defini&ccedil;&atilde;o de pontos fundamentais a serem resolvidos at&eacute; 2018. As reflex&otilde;es foram cruciais num momento em que a nova gera&ccedil;&atilde;o brasileira, em especial a classe m&eacute;dia, exige novas demandas.<br />
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<em>&quot;A ind&uacute;stria do futuro j&aacute; est&aacute; hoje no presente, com suas impressoras em 3D e na manifesta&ccedil;&atilde;o de rob&ocirc;s causando uma revolu&ccedil;&atilde;o nos novos m&eacute;todos de produ&ccedil;&atilde;o.&nbsp; A crise mundial fez com que as economias avan&ccedil;adas reavaliassem suas estrat&eacute;gias e os pa&iacute;ses emergentes fazem o mesmo: se tornam mais competitivos e se inserirem no mercado global&quot;</em>, detalha a Carta da Ind&uacute;stria.<br />
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O documento, destinado &agrave; presidente da Rep&uacute;blica Dilma Rousseff, destaca que &quot;&eacute; tempo de corre&ccedil;&atilde;o de rota&quot;. Portanto, &quot;o Brasil precisa estar preparado para daqui quatro anos responder o quanto melhoraram os indicadores de competitividade. Em 2018, a ind&uacute;stria quer afirmar que:&quot;<br />
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1) O sistema tribut&aacute;rio est&aacute; livre das principais inefici&ecirc;ncias;<br />
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2) Os investimentos em infraestrutura cresceram em rela&ccedil;&atilde;o ao PIB;<br />
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3) O Sistema de rela&ccedil;&otilde;es do trabalho evoluiu;<br />
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4) A pol&iacute;tica fiscal evoluiu de forma a propiciar o crescimento de taxa de investimento;<br />
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5) A pol&iacute;tica comercial ativa, desburocratizada e com foco em mercados estrat&eacute;gicos permitiu uma maior e melhor inser&ccedil;&atilde;o internacional para um n&uacute;mero expressivo de empresas brasileiras de todos os portes e setores;<br />
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6) A qualidade da educa&ccedil;&atilde;o mostrou avan&ccedil;os expressivos.<br />
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De acordo com o vice-presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Tocantins (FIETO) e presidente do Sindicato dos Beneficiadores de Arroz, Carlos Suzana, todas as discuss&otilde;es deixaram claro que as dificuldades do Brasil est&atilde;o na falta de competitividade. <em>&quot;Isso ficou claro na Carta da Ind&uacute;stria. Os nossos custos crescem mais do que a produtividade&quot;</em>, confirmou Suzana.<br />
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A FIETO participa do ENAI 2014 com uma comitiva de 25 integrantes, liderada pelo presidente Roberto Pires. Cerca de 1.800 empres&aacute;rios da ind&uacute;stria de todo o pa&iacute;s inscreveram-se no evento. (Com informa&ccedil;&otilde;es da Carta da Ind&uacute;stria)</span>

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