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Mais de dez ministros colocam cargos à disposição da presidente Dilma

admin -

<span style="font-size:14px;">O ministro-chefe da Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Aloizio Mercadante, informou nesta quarta-feira (12) que &ldquo;de dez a 15&rdquo; ministros j&aacute; entregaram cartas colocando seus cargos &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da presidenta Dilma Rousseff. Segundo ele, a atitude &eacute; apenas uma formalidade sugerida por ele e outros colegas, e n&atilde;o se trata de uma obriga&ccedil;&atilde;o.<br />
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Mercadante n&atilde;o soube precisar a quantidade nem detalhar os nomes dos ministros que j&aacute; entregaram os cargos, pois algumas cartas foram enviadas diretamente para o gabinete da presidenta. Para o ministro, esta &eacute; uma forma de demonstrar publicamente o &ldquo;esp&iacute;rito demonstrado na campanha&rdquo;, que pregou o lema &ldquo;Equipe nova, governo novo&rdquo;. <em>&ldquo;Faz quem quiser, &eacute; um gesto de gentileza. E n&atilde;o tem prazo, o governo vai at&eacute; 31 de dezembro. &Eacute; um gesto de reconhecimento e agradecimento&rdquo;</em>, disse.<br />
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A proposta era deixar a presidenta Dilma &agrave; vontade para conduzir a transi&ccedil;&atilde;o para o segundo mandato. <em>&ldquo;De qualquer forma, ela [Dilma] tem toda liberdade [para fazer a reforma ministerial]. Ela foi eleita em um regime de presidencialismo. Ela pode trocar o ministro que quiser na hora que achar oportuno&rdquo;</em>, complementou.<br />
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O ministro disse que n&atilde;o havia conversado sobre o assunto com Dilma, e a inten&ccedil;&atilde;o era fazer uma surpresa a presidenta na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira (18), quando ela retorna de viagem internacional. <em>&ldquo;A ideia era quando ela chegasse da viagem [as cartas fossem entregues]. Como vazou, perdeu o impacto. Porque ela tamb&eacute;m n&atilde;o sabia&rdquo;. Como &ldquo;proponente&rdquo;</em>, disse, Mercadante j&aacute; colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o o seu cargo.<br />
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De acordo com o ministro, a ideia surgiu espontaneamente durante uma conversa com os colegas de minist&eacute;rios, e que Jos&eacute; Eduardo Cardozo, da Justi&ccedil;a, e Miriam Belchior, do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o, que tamb&eacute;m participaram da sugest&atilde;o, est&atilde;o totalmente de acordo com a iniciativa. <em>(Ag&ecirc;ncia Brasil)</em></span>

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