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Morre em São Paulo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos

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<span style="font-size:14px;">Morreu no in&iacute;cio da manh&atilde; desta quinta-feira (20), aos 79 anos, o advogado e ex-ministro da Justi&ccedil;a M&aacute;rcio Thomaz Bastos. Eles estava internado no Hospital S&iacute;rio-Liban&ecirc;s, em S&atilde;o Paulo, para tratamento de descompensa&ccedil;&atilde;o de fibrose pulmonar, de acordo com boletim m&eacute;dico do hospital do dia 18. Ele foi ministro durante o governo do ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, entre os anos 2003 e 2007.<br />
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Entre a&ccedil;&otilde;es dele quando esteve &agrave; frente da pasta, destacam-se a aprova&ccedil;&atilde;o do Estatuto do Desarmamento, em 2003; e a aprova&ccedil;&atilde;o da Emenda Constitucional n&deg; 45, conhecida como a Reforma do Poder Judici&aacute;rio, em 2004.<br />
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Natural de Cruzeiro, no interior paulista, Bastos formou-se em Direito pela Universidade de S&atilde;o Paulo (USP) em 1958, tendo atuado no ramo do direito criminal. O ex-ministro foi vereador pelo Partido Social Progressista (PSP) na sua cidade natal de 1964 a 1969. Foi representante das entidades de classe dos advogados, presidindo a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entre 1983 e 1985.<br />
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Bastos atuou durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, como presidente do Conselho Federal da OAB. Em 1990, ap&oacute;s derrota de Lula nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais, aproximou-se do Partido dos Trabalhadores (PT). Ele tamb&eacute;m foi um dos redatores do pedido de impeachment do ent&atilde;o presidente Fernando Collor (1990-1992). Em 1996, fundou o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), que &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o da sociedade civil.<br />
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As informa&ccedil;&otilde;es sobre a trajet&oacute;ria de Bastos constam no site do Centro de Pesquisa e Documenta&ccedil;&atilde;o de Hist&oacute;ria Contempor&acirc;nea do Brasil, da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV). (Ag&ecirc;ncia Brasil)</span>

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