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Homem é condenado por fraudar seguro-desemprego com ajuda de funcionários do Sine

admin -

<span style="font-size:14px;">Em consequ&ecirc;ncia de a&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal no Tocantins, a Justi&ccedil;a Federal condenou Washington Luiz Gomes a 21 anos e oito meses de pris&atilde;o em regime inicial fechado e 1.005 dias-multa pelos crimes de estelionato, corrup&ccedil;&atilde;o ativa e lavagem ou oculta&ccedil;&atilde;o de bens.<br />
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Washington tamb&eacute;m teve decretada a perda de R$ 58.900,00 depositados em sua conta, R$ 51.012,85 depositados na conta de sua esposa e de um ve&iacute;culo Golf registrado em nome de sua irm&atilde;, por se tratarem de valores e bem adquiridos atrav&eacute;s dos crimes.<br />
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No per&iacute;odo de janeiro a abril de 2014, Washington, com apoio de terceiros, entre eles funcion&aacute;rios p&uacute;blicos corrompidos, obtiveram vantagem il&iacute;cita com o recebimento indevido de diversas parcelas do seguro-desemprego, ap&oacute;s induzir a erro a Caixa Econ&ocirc;mica Federal. Washington tamb&eacute;m ocultou a origem dos valores provenientes do crime e ofereceu vantagem indevida a funcion&aacute;rio p&uacute;blico para determin&aacute;-lo a praticar o ato.<br />
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Segundo a senten&ccedil;a, as provas revelaram que senhas de servidores do Sistema Nacional de Emprego (Sine) foram usadas indevidamente para acessar o sistema informatizado do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), para nele inserir dados falsos. Desta forma, era simulada a rescis&atilde;o contratual de trabalhadores possibilitado o pagamento de parcelas do seguro-desemprego. As senhas eram obtidas por meio de a&ccedil;&otilde;es de crackers ou de funcion&aacute;rios corrompidos do pr&oacute;prio Sine.<br />
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Para sacar as parcelas, Washington contava com a colabora&ccedil;&atilde;o de carteiros que forneciam cart&otilde;es-cidad&atilde;o de terceiros e com a participa&ccedil;&atilde;o de servidores da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, al&eacute;m de usar c&eacute;dulas de identidade falsas. A origem il&iacute;cita do dinheiro proveniente dos saques era ocultada com a realiza&ccedil;&atilde;o de diversas transa&ccedil;&otilde;es financeiras. Em uma delas, ele realizou 31 transa&ccedil;&otilde;es em cinco ag&ecirc;ncias diferentes, situadas nas cidades de Aragua&iacute;na e Imperatriz-MA.<br />
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O juiz ressalta que &eacute; incontest&aacute;vel a fraude na simula&ccedil;&atilde;o das rescis&otilde;es de contrato de trabalho por meio do sistema informatizado do Sine, de modo a gerar o pagamento das parcelas do seguro-desemprego em nome destes trabalhadores.</span>

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