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Prefeitura propõe pagar R$ 50 mil de aluguel por ano para impedir fim do Colégio Pré-Universitário

admin -

<span style="font-size:14px;">Diante da imin&ecirc;ncia do fechamento do Col&eacute;gio Estadual Pr&eacute;-Universit&aacute;rio (CPU) em Aragua&iacute;na (TO) e total descaso por parte do Governo do Estado, a comunidade escolar procurou a Prefeitura para intervir na situa&ccedil;&atilde;o. O prefeito Ronaldo Dimas prop&ocirc;s aos representantes uma parceria com a Associa&ccedil;&atilde;o de Pais do col&eacute;gio para pagamento do aluguel do pr&eacute;dio.<br />
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De acordo com a proposta, a Prefeitura pagaria R$ 50 mil anuais para arcar com parte das despesas referentes ao aluguel, que dever&aacute; ficar no total de R$ 120 mil ao ano. Os outros R$ 70 mil ser&atilde;o pagos pela Associa&ccedil;&atilde;o de Pais do CPU.<br />
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<u><strong>Omiss&atilde;o do Estado</strong></u><br />
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O Pr&eacute;-Universit&aacute;rio &eacute; um dos col&eacute;gios mais tradicionais de Aragua&iacute;na. Pais, alunos e professores j&aacute; promoveram uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es para impedir o fechamento da unidade. J&aacute; o Governo do Estado, principal respons&aacute;vel, mostrou que n&atilde;o tem interesse em manter o projeto pedag&oacute;gico de qualidade que &eacute; desenvolvido no col&eacute;gio. </span><br />
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<span style="font-size:14px;">Em nota, a Secretaria de Estado da Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura (Seduc) que, ap&oacute;s a venda do im&oacute;vel,&nbsp;tomar&aacute; medidas para que os alunos continuem sendo atendidos na rede estadual de ensino (transferidos para outras escolas) e os professores tenham suas cargas hor&aacute;rias garantidas.</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;<br />
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<u><strong>Col&eacute;gio de destaque</strong></u><br />
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Destaque no &Iacute;ndice de Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (Ideb) de 2011 e 2013, o Col&eacute;gio Pr&eacute;-Universit&aacute;rio contabiliza dezenas de servidores e um total de 500 alunos do ensino fundamental II e ensino m&eacute;dio.&nbsp; As aulas acontecem em um pr&eacute;dio particular no centro da cidade desde 1997, quando o CPU foi estadualizado.<br />
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O contrato de cess&atilde;o do im&oacute;vel com o Estado, que hoje n&atilde;o paga nada pela utiliza&ccedil;&atilde;o, termina no dia 31 de dezembro e o dono j&aacute; informou que n&atilde;o tem interesse em renov&aacute;-lo sem que haja pagamento do aluguel a partir de ent&atilde;o.<br />
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A solicita&ccedil;&atilde;o de manuten&ccedil;&atilde;o do Col&eacute;gio Pr&eacute;-Universit&aacute;rio ser&aacute; levada ao Conselho Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o, bem como o pagamento total do valor do aluguel. N&atilde;o havendo por parte do Estado o compromisso desse pagamento, a proposta da Prefeitura, sendo acatada pela Associa&ccedil;&atilde;o de Pais em assembleia, manter&aacute; o col&eacute;gio em atividade.<br />
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Dimas prop&ocirc;s ainda que, a partir de 2016, o CPU passe a funcionar na escola de tempo integral que est&aacute; sendo constru&iacute;da no Setor Nova Aragua&iacute;na, que ficar&aacute; com acesso facilitado a partir da conclus&atilde;o da Via Lago.</span>

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