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Coimbra, Halum e Botelho votam favoráveis a manobra fiscal que pode deixar o Brasil no vermelho

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (4) o texto principal do projeto que viabiliza uma manobra fiscal que permite ao Governo Federal fechar as contas deste ano. A medida libera a presidente Dilma Rousseff de eventualmente responder por crime de responsabilidade por descumprir a meta de poupan&ccedil;a, estabelecida na LDO (Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias).<br />
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O projeto enviado pelo governo permite que desonera&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias e gastos do PAC (Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento) sejam abatidos dessa meta de poupan&ccedil;a.<br />
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Com isso, a meta fiscal de poupan&ccedil;a, de aproximadamente R$ 81 bilh&otilde;es, deixa na pr&aacute;tica de existir, e o governo fica autorizado at&eacute; mesmo a apresentar um d&eacute;ficit (ficar no vermelho). A nova previs&atilde;o da meta de super&aacute;vit &eacute; de pouco mais R$ 10 bilh&otilde;es.<br />
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O projeto foi aprovado porque o governo acenou com a libera&ccedil;&atilde;o de R$ 444 milh&otilde;es de emendas parlamentares. Com isso, cada um passa a ter mais R$ 748 mil em emendas, totalizando R$ 11,7 milh&otilde;es no ano.<br />
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Para o senador A&eacute;cio Neves, aprovar esse projeto de lei significa dar &agrave; presidente Dilma &ldquo;anistia pelo crime de responsabilidade por ela cometido&rdquo;.<br />
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<u><strong>Parlamentares tocantinenses</strong></u><br />
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A manobra fiscal foi aprovada com o voto favor&aacute;vel dos deputados federais de Aragua&iacute;na, C&eacute;sar Halum (PRB) e L&aacute;zaro Botelho (PP), e tamb&eacute;m do parlamentar Junior Coimbra (PMDB) e o senador Vicentinho Alves (SD).<br />
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Em nota &agrave; imprensa, o deputado C&eacute;sar Halum justificou o voto. <em>&ldquo;Votei SIM e estou consciente de que fiz o melhor para o Brasil nesse momento. N&atilde;o votei na presidente Dilma e muito menos no PT, votei pra salvar o Brasil&rdquo;</em>. Segundo o deputado, a equipe econ&ocirc;mica falhou, a presidente Dilma errou ao mentir para o povo brasileiro e teve que fazer a escolha de empurrar o Brasil pra dentro do buraco ou tentar salv&aacute;-lo.<br />
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Conforme C&eacute;sar Halum, votando &ldquo;n&atilde;o&rdquo; iria parar todas as obras em andamento e acabava com os programas de desonera&ccedil;&atilde;o dos impostos (que permitiu a manuten&ccedil;&atilde;o dos empregos na ind&uacute;stria automobil&iacute;stica, de eletroeletr&ocirc;nicos, material de constru&ccedil;&atilde;o etc).<br />
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Quanto &agrave; libera&ccedil;&atilde;o das emendas, o deputado diz que n&atilde;o foi suborno ou compra de voto, mas sim um &ldquo;descontingenciamento das emendas colocadas peloss parlamentares no inicio do ano&rdquo;. Os R$ 748 mil de emenda de C&eacute;sar Halum foram divididos com R$ 378 mil para Araguatins, R$ 250 mil para Taguatinga e R$ 124 mil para Dian&oacute;polis. <em>&ldquo;Portanto, o dinheiro vai para as prefeituras executarem os seus programas. N&atilde;o peguei e n&atilde;o pego nenhum centavo, o povo do Tocantins me conhece e sabe quem eu sou&rdquo;,</em> afirmou Halum.<br />
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O deputado disse ainda que a oposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; &ldquo;partidarizando&rdquo; a discuss&atilde;o para tirar proveito pol&iacute;tico contra a presidente Dilma. <em>&ldquo;N&atilde;o acabamos com a lei de responsabilidade fiscal, esse ajuste &eacute; somente para o ano de 2014, a partir de 1&ordm; de janeiro de 2015, volta a ser tudo como antes&rdquo;</em>, disse.<br />
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Halum finaliza dizendo que tem a consci&ecirc;ncia tranquila que fez o melhor para os brasileiros.</span>

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