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Promotor investiga fugas e morte de presos no Presídio Barra da Grota; Humanizzare não apurou

admin -

<span style="font-size:14px;">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE), por meio do Promotor de Justi&ccedil;a Paulo Alexandre Rodrigues de Siqueira, instaurou nesta quinta-feira, 04, dois Procedimentos Investigat&oacute;rios Criminais com o objetivo de apurar o caso de fuga de dois reeducandos e a morte de outro interno da Unidade Prisional Barra da Grota, em Aragua&iacute;na (TO), na regi&atilde;o norte do Estado.<br />
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Nos documentos, o Promotor de Justi&ccedil;a questiona o motivo da n&atilde;o abertura de procedimentos administrativos internos por parte da empresa Humanizzare, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o da unidade prisional. <em>&ldquo;Demos um prazo de 10 dias para que a empresa apure os casos, bem como que sejam ouvidos e identificados os companheiros de cela e agentes da Humanizzare em servi&ccedil;o no dia 25/11, data da morte do reeducando Wesley Pereira Soares&rdquo;</em>, disse Paulo Alexandre.<br />
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O Promotor de Justi&ccedil;a expediu, tamb&eacute;m, recomenda&ccedil;&otilde;es para que a Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica adquira 300 tornozeleiras eletr&ocirc;nicas e a instala&ccedil;&atilde;o de bloqueadores de celular no entorno da unidade prisional. <em>&ldquo;Procuramos combater os grupos criminosos e humanizar o cumprimento de penas&rdquo;</em>, disse Paulo Alexandre.<br />
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<u><strong>Fugas</strong></u></span><br />
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<span style="font-size:14px;">No dia 12 de novembro de 2014, dois reeducandos fugiram durante o banho de sol. H&aacute; suspeitas de que os detentos&nbsp;fugiram da triagem, local considerado seguro, ap&oacute;s serrarem a grade do local conhecido como &ldquo;sol&aacute;rio&rdquo;. Embora a fuga tenha ocorrido no per&iacute;odo da tarde, somente &agrave; noite a ocorr&ecirc;ncia foi comunicada &agrave; Pol&iacute;cia Militar.<br />
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Os fugitivos Washington Avelino Santana, 22 anos, &quot;Nego Washington&quot;, e Paulo Carlos Ramalho, 25 anos, s&atilde;o considerados. Ambos estavam presos por homic&iacute;dio. Washington aguardava julgamento e Ramalho foi condenado a 45 anos de pris&atilde;o.</span>

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