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Índios tocantinenses ocupam sede da CNA contra nomeação de Kátia para Agricultura

admin -

<span style="font-size:14px;">Um grupo de cerca de 50 &iacute;ndios do Tocantins protestou na manh&atilde; desta sexta-feira (5/12) contra a indica&ccedil;&atilde;o da senadora K&aacute;tia Abreu (PMDB-TO) para o minist&eacute;rio da Agricultura, j&aacute; sinalizada pela presidente Dilma Rousseff. Os manifestantes ocuparam por duas horas a entrada da sede da Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), em Bras&iacute;lia. A entidade &eacute; presidida pela peemedebista.<br />
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N&atilde;o houve resist&ecirc;ncia por parte dos seguran&ccedil;as da entidade, nem viol&ecirc;ncia por parte dos ind&iacute;genas. Eles usaram o espa&ccedil;o para entoar cantos e dan&ccedil;as tradicionais.<br />
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&quot;Ela (Abreu) &eacute; contra os movimentos ind&iacute;genas, contra a demarca&ccedil;&atilde;o de terras e &eacute; uma destruidora do meio ambiente. Como pode ser ministra?&quot;, questiona Wagner Krah&ocirc; Kanela, de 28 anos.<br />
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Al&eacute;m do rep&uacute;dio ao nome da senadora, os &iacute;ndios tocantinenses passaram toda a semana na capital da Rep&uacute;blica em protesto tamb&eacute;m contra a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 215, que transfere ao Poder Legislastivo a responsabilidade de decidir sobre as demarca&ccedil;&otilde;es de terras ind&iacute;genas, atualmente sob a compet&ecirc;ncia da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &Iacute;ndio (Funai), e contra a lentid&atilde;o do governo federal nos processos de demarca&ccedil;&otilde;es de terras ind&iacute;genas.<br />
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<u><strong>Convite</strong></u><br />
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A senadora K&aacute;tia Abreu foi convidada no dia 19 de novembro pela presidente Dilma Rousseff para ser a futura ministra da Agricultura. Presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura, ela sinalizou positivamente.<br />
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K&aacute;tia Abreu tem o apoio do presidente do PMDB, Michel Temer, e agora est&aacute; conversando com outras lideran&ccedil;as do partido a fim de ampliar a rede de apoios. Dilma disse &agrave; senadora que ela ter&aacute; &quot;carta branca&quot; para montar a nova equipe.</span>

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