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Consultoria à Prefeitura sairá por R$ 700 mil; intenção é reduzir gastos, mas economia custa caro

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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A Prefeitura de Aragua&iacute;na renovou o contrato, feito sem licita&ccedil;&atilde;o, com o Instituto &Aacute;quila de Gest&atilde;o at&eacute; o dia 23 de abril de 2015 por mais de 235 mil reais. De acordo com o contrato, o instituto presta consultoria com o objetivo de reduzir gastos com folha de pagamento dos servidores do Munic&iacute;pio.<br />
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Por&eacute;m, esta economia parece sair caro, ainda que a express&atilde;o seja contradit&oacute;ria. E, apesar do contrato ter sido renovado em 23 de outubro de 2014, a publica&ccedil;&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial do Munic&iacute;pio s&oacute; aconteceu em 5 de dezembro, quase dois meses depois.<br />
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Somente este ano a Prefeitura de Aragua&iacute;na j&aacute; pagou cerca de meio milh&atilde;o de reais ao Instituto. Segundo o Portal da Transpar&ecirc;ncia, foram efetuados seis pagamentos que totalizam R$ 473.940,00. Ao final do contrato, a consultoria n&atilde;o sair&aacute; por menos de 700 mil reais.<br />
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O Instituto Aquila foi contratado sem licita&ccedil;&atilde;o em outubro de 2013 sob a justificativa de prestar &ldquo;servi&ccedil;os especializados e singulares&rdquo;, em outras palavras, o instituto seria o &uacute;nico em condi&ccedil;&otilde;es de atender as necessidades do Munic&iacute;pio, apesar de outras empresas do ramo prestarem os mesmos servi&ccedil;os.<br />
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Conforme a Prefeitura, a consultoria permitiu uma economia de R$ 1,3 milh&atilde;o em gastos com folha de pagamento e redu&ccedil;&atilde;o de 17% no n&uacute;mero de servidores, principalmente na educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de.<br />
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Apesar dos resultados parecerem convincentes, eles s&oacute; foram alcan&ccedil;ados devido &agrave; terceiriza&ccedil;&atilde;o de centenas de funcion&aacute;rios da Prefeitura, que agora s&atilde;o contratados pelo ISES &ndash; Instituto S&oacute;cio Educacional Solidariedade. Somente em 2014, o ISES j&aacute; faturou quase R$ 15 milh&otilde;es dos cofres municipais, ou seja, uma economia que custa caro.</span>

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