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Ex-secretária e cúpula da saúde já estão presos

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O Governo do Estado se manifestou, em nota, na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira (9) sobre a opera&ccedil;&atilde;o &quot;Pronto Socorro&quot; realizada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) em conjunto com a Pol&iacute;cia Federal, com o objetivo de reprimir crimes de fraude &agrave; licita&ccedil;&atilde;o e desvios de recursos p&uacute;blicos federais no &acirc;mbito da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de do Tocantins.<br />
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Na nota, o Governo diz que est&aacute; colaborando com as investiga&ccedil;&otilde;es e que j&aacute; abriu sindic&acirc;ncia e processo administrativo para apurar a responsabilidade dos servidores p&uacute;blicos citados nas den&uacute;ncias apontadas pelo MPF.<br />
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A opera&ccedil;&atilde;o aconteceu depois de evid&ecirc;ncias que indicavam que servidores da sa&uacute;de se associavam de forma criminosa para fraudar licita&ccedil;&atilde;o, favorecendo uma empresa em preju&iacute;zo ao poder p&uacute;blico por meio de aquisi&ccedil;&atilde;o de materiais hospitalares inserv&iacute;veis.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">De acordo com as investiga&ccedil;&otilde;es, a empresa Brito &amp; Ribeiro Ltda deveria fornecer algod&atilde;o que seria utilizado para absor&ccedil;&atilde;o de fluidos humanos como sangue e &aacute;gua, mas forneceu TNT, material que n&atilde;o possui nenhuma funcionalidade para a necessidade prevista. Al&eacute;m disso,&nbsp;os produtos fornecidos pela empresa sequer possu&iacute;am registro na Anvisa.<br />
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A empresa Brito &amp; Ribeiro venceu a licita&ccedil;&atilde;o no valor de R$ 1,9 milh&atilde;o, deste total R$ 927.548,71 j&aacute; foram pagos.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><strong><u>Pris&atilde;o</u></strong><br />
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A Pol&iacute;cia Federal confirmou na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira, 9, que prendeu a ex-secret&aacute;ria de Sa&uacute;de, Vanda Paiva, e o atual secret&aacute;rio executivo Jos&eacute; Gast&atilde;o, que homologou o certame. O ex-Diretor do Departamento de Apoio &agrave; Gest&atilde;o Hospitalar, Luiz Renato Pedra S&aacute;, n&atilde;o foi encontrado e j&aacute; &eacute; considerado foragido da justi&ccedil;a.<br />
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O mandado contra Luiz Renato Pedra S&aacute; se deu em fun&ccedil;&atilde;o dele ter concedido um parecer de que os produtos licitados eram serv&iacute;veis. Houve mandados ainda para o pregoeiro Rodolfo Alves e assessora jur&iacute;dica Maria Lenice, al&eacute;m do empres&aacute;rio Samuel Brito Neto.<br />
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Todos os presos na investiga&ccedil;&atilde;o foram encaminhados para unidades prisionais, sendo as duas mulheres para o pres&iacute;dio feminino e o homens para o pres&iacute;dio masculino, em Palmas.<br />
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Na opera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foram apreendidos documentos tanto nas resid&ecirc;ncias dos acusados, quanto na empresa e nas secretarias de Planejamento e Gest&atilde;o (Seplan) e Sa&uacute;de (Sesau).<br />
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<u><strong>Fian&ccedil;a de R$ 1 milh&atilde;o</strong></u><br />
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Al&eacute;m da pris&atilde;o preventiva de Vanda Paiva e Jos&eacute; Gast&atilde;o de Almada N&eacute;der, a justi&ccedil;a Federal tamb&eacute;m decretou a suspens&atilde;o de exerc&iacute;cio de fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, a apreens&atilde;o do passaporte e proibi&ccedil;&atilde;o de sair do Brasil, comparecimento em ju&iacute;zo todo m&ecirc;s e pagamento de fian&ccedil;a arbitrada em 1.500 sal&aacute;rios m&iacute;nimos, o equivalente a mais de R$ 1 milh&atilde;o, considerando &quot;os altos valores envolvidos&quot; e o &ldquo;poder aquisitivo&quot; dos dois investigados.<br />
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J&aacute; para os demais investigados, Luiz Renato Pedra S&aacute;, Maria Lenice Freire de Abreu Costa, Rodolfo Alves dos Santos e Samuel Brito Neto, as determina&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as mesmas, exceto o valor da fian&ccedil;a, arbitrada em 100 sal&aacute;rios m&iacute;nimos, R$ 72.400,00.<br />
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<u><strong>Nota da Sesau</strong></u><br />
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<em>&quot;Sobre a Opera&ccedil;&atilde;o Pronto Socorro, o governo do Estado informa que colabora com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e est&aacute; &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para fornecimento de documenta&ccedil;&atilde;o e dados referentes aos processos alvos de apura&ccedil;&atilde;o. O governador Sandoval Cardoso, ao tomar conhecimento da a&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal, nesta manh&atilde;, determinou a abertura de sindic&acirc;ncia e processos administrativos para apurar os fatos e eventuais responsabilidades. O governador fez quest&atilde;o de afirmar que, apesar de aguardar o final do inqu&eacute;rito, n&atilde;o compactua com qualquer irregularidade que possa ter sido cometida e garante que dar&aacute; total lisura e transpar&ecirc;ncia ao caso.<br />
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Governo do Tocantins&quot;.</em></span>

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