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Mau cheiro provoca interdição de laticínio em Araguaína; fiscais veem indícios de crime ambiental

admin -

<span style="font-size:14px;">Ap&oacute;s vistoria t&eacute;cnica ocorrida na tarde desta ter&ccedil;a-feira, 09, fiscais do Meio Ambiente interditaram o Latic&iacute;nio Lana, localizado no Setor Oeste, na BR-153, per&iacute;metro urbano de Aragua&iacute;na (TO), &agrave;s margens do Rio Lontra. </span><span style="font-size:14px;">Para reabrir as portas e retomar as atividades produtivas, o latic&iacute;nio precisa readequar as instala&ccedil;&otilde;es a fim de sanar a emiss&atilde;o de poluentes no ar.<br />
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Conforme o relat&oacute;rio da vistoria, o sistema de tratamento de efluentes do latic&iacute;nio estava funcionando em descompasso com as normas ambientais vigentes. A falta de tratamento estava ocasionando mau cheiro em v&aacute;rios setores da cidade. <em>&ldquo;A empresa j&aacute; havia sido notificada e multada, mas o problema persistiu, o que levou &agrave; interdi&ccedil;&atilde;o. A Prefeitura de Aragua&iacute;na visa o bem comum, o da coletividade, e por isso a medida foi tomada</em>&rdquo;, explicou o secret&aacute;rio Bruno Rangel.<br />
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Segundo ele, a nova fiscaliza&ccedil;&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira foi motivada ap&oacute;s a Secretaria registrar diversas reclama&ccedil;&otilde;es de moradores de Aragua&iacute;na relatando inc&ocirc;modos e preocupa&ccedil;&otilde;es com o mau cheiro.<br />
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A interdi&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida em 24 horas contadas a partir da data da vistoria, prazo concedido para que n&atilde;o haja preju&iacute;zo da mat&eacute;ria-prima j&aacute; em utiliza&ccedil;&atilde;o no estabelecimento. O prazo tamb&eacute;m visa dar vaz&atilde;o aos produtos que ocupam atualmente o estoque do latic&iacute;nio.<br />
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<u><strong>A fiscaliza&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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Integrante da equipe respons&aacute;vel pela vistoria, o superintendente de Meio Ambiente da Secretaria, Fabr&iacute;cio Rodrigues, disse que o estabelecimento deve ficar fechado at&eacute; a conclus&atilde;o das adequa&ccedil;&otilde;es. <em>&ldquo;Mesmo com toda a licen&ccedil;a para lan&ccedil;amento regular, o efluente n&atilde;o vinha sendo tratado em sua plenitude, incorrendo em crime ambiental&rdquo;</em>, acrescentou.<br />
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Conforme informa&ccedil;&otilde;es da Secretaria, o latic&iacute;nio j&aacute; foi notificado oficialmente sobre a decis&atilde;o. Caso n&atilde;o cumpra as determina&ccedil;&otilde;es, o estabelecimento ficar&aacute; sujeito a novas multas, entre outras penalidades legais.</span>

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