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Integrante de quadrilha que desviava dinheiro de contas correntes pega 6 anos de prisão

admin -

<span style="font-size:14px;">A Justi&ccedil;a Federal condenou Jeferson Marinho de Morais a 6 anos e onze meses de pris&atilde;o, em regime semiaberto, e 296 dias-multa, por obter cart&otilde;es e dados banc&aacute;rios de terceiros para uma quadrilha que desviava de dinheiro de contas-correntes mediante fraude pela internet. O crime aconteceu em 2005. A a&ccedil;&atilde;o foi proposta pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal.<br />
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A quadrilha atuava nos Estados do Tocantins, Goi&aacute;s e Minas Gerais, e conseguia dados das contas das v&iacute;timas por meio de e-mails infectados com programas espi&otilde;es que, uma vez instalados no computador da v&iacute;tima, capturavam quaisquer dados banc&aacute;rios, senhas, contas e dados pessoais dela, iludindo-a por meio de simula&ccedil;&atilde;o da p&aacute;gina eletr&ocirc;nica acessada, id&ecirc;ntica &agrave;s de v&aacute;rias institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias. Os integrantes da quadrilha, ent&atilde;o, aliciavam pessoas propriet&aacute;rias de contas banc&aacute;rias que aceitavam alug&aacute;-las, passando para eles o cart&atilde;o e a senha das suas contas, sem saber que seu dinheiro seria desviado pela quadrilha.<br />
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No decorrer das investiga&ccedil;&otilde;es foi cumprida uma busca e apreens&atilde;o na resid&ecirc;ncia do r&eacute;u, onde foram encontrados documentos como boletos banc&aacute;rios em nome de terceiros, cart&otilde;es banc&aacute;rios, faturas de contas telef&ocirc;nicas, energia el&eacute;trica e &aacute;gua, em nome de diversas pessoas.<br />
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A culpabilidade do r&eacute;u foi considerada grave, especialmente por ter corrompido outras pessoas para aquisi&ccedil;&atilde;o de boletos de pessoas de bem e pela obten&ccedil;&atilde;o de contas banc&aacute;rias de passagem.<br />
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O valor de cada dia-multa foi fixado em 1/30 de sal&aacute;rio-m&iacute;nimo vigente &agrave; &eacute;poca do fato e devidamente corrigido. Foi comprovado que o r&eacute;u comandava as a&ccedil;&otilde;es dos demais envolvidos. Ele teve seus direitos pol&iacute;ticos suspensos enquanto durarem os efeitos da condena&ccedil;&atilde;o, e poder&aacute; recorrer em liberdade.</span>

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