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Terezona cai novamente e Xeroso reassume cadeira na Câmara de Araguaína; MPE derrubou liminar

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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A vereadora de Aragua&iacute;na (TO) Terezinha Gomes da Silva, mais conhecida como Terezona, perdeu novamente sua cadeira na C&acirc;mara Municipal. O vereador Edmones Matos (Xeroso) j&aacute; reassumiu a vaga na tarde desta quarta-feira (17).<br />
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Terezona teve seu diploma cassado pela Justi&ccedil;a Eleitoral, no dia 4 de dezembro de 2013, acusada de abuso de poder pol&iacute;tico e pr&aacute;tica de condutas proibidas nas elei&ccedil;&otilde;es municipais de 2012 ao agendar consultas e exames no Hospital Regional de Aragua&iacute;na (HRA), via gabinete, em troca de votos.<br />
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A vereadora havia retornado ao cargo no &uacute;ltimo dia 11 de dezembro, via liminar concedida pela ju&iacute;za Denise Dias Dutra Drumond, do TRE-TO, mas o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Eleitoral (MPE) recorreu e conseguiu derrubar a decis&atilde;o nesta ter&ccedil;a-feira (16).<br />
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Conforme o MPE, a A&ccedil;&atilde;o de Investiga&ccedil;&atilde;o Judicial Eleitoral (AIJE) contra a vereadora encontra-se fundamentada em diversos documentos apreendidos pela Pol&iacute;cia Federal no seu pr&oacute;prio gabinete, bem como em provas testemunhal e documental. Diante disso, n&atilde;o haveria chances de &ecirc;xito do recurso interposto pela vereadora.<br />
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<u><strong>Entenda</strong></u><br />
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Terezona teve seu diploma cassado e decretada inelegibilidade por 8 anos ap&oacute;s ser acusada de abuso de poder pol&iacute;tico com a utiliza&ccedil;&atilde;o indevida da estrutura do Hospital Regional de Aragua&iacute;na para agilizar a realiza&ccedil;&atilde;o de exames, consultas e procedimentos m&eacute;dicos.<br />
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O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Eleitoral apontou na A&ccedil;&atilde;o um esquema de favorecimento eleitoral em prol da vereadora dentro do HRA. Alberto Gomes da Silva, filho da vereadora, e Genir Lopes da Silva, sua sobrinha, valiam-se das fun&ccedil;&otilde;es que ocupavam dentro da unidade hospitalar para facilitar o acesso a exames, tratamento e consultas &agrave;s pessoas que procuravam a vereadora em seu gabinete.<br />
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Nas resid&ecirc;ncias dos envolvidos, a Pol&iacute;cia Federal apreendeu 53 documentos, entre eles requisi&ccedil;&otilde;es de exames, laudos, receitu&aacute;rios, autoriza&ccedil;&otilde;es para procedimentos ambulatoriais e fichas de encaminhamento m&eacute;dico, al&eacute;m de uma folha de papel manuscrita com nome e respectivo t&iacute;tulo eleitoral de 62 pessoas.<br />
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J&aacute; na busca e apreens&atilde;o realizada no gabinete da vereadora foram encontrados 12 requisi&ccedil;&otilde;es, ficha de encaminhamento e laudos para exames m&eacute;dicos, bem como 7 resultados de exames m&eacute;dicos.</span>

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