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Dívida do atual governo é de R$ 4 bilhões: Marcelo Miranda diz que situação exigirá "austeridade"

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O relat&oacute;rio elaborado pela equipe de transi&ccedil;&atilde;o do governador eleito Marcelo Miranda sobre a situa&ccedil;&atilde;o financeira do Governo do Estado mostra um futuro de dificuldades. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (18).<br />
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Miranda afirmou que o governo possui uma d&iacute;vida de aproximadamente R$ 4 bilh&otilde;es, situa&ccedil;&atilde;o que, segundo ele, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; &ldquo;preocupante&rdquo; e exigir&aacute; &ldquo;austeridade&rdquo; da pr&oacute;xima administra&ccedil;&atilde;o, que ter&aacute; que fazer cortes de pessoal, enxugamento da estrutura administrativa e ampliar as receitas para reequilibrar as finan&ccedil;as.<br />
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Desde o fim do processo eleitoral, o Tocantins vem sofrendo com a interrup&ccedil;&atilde;o ou queda significativa na qualidade de diversos servi&ccedil;os p&uacute;blicos devido &agrave; falta de pagamento do governo local a fornecedores, servidores p&uacute;blicos e empresas prestadoras de servi&ccedil;os. Os reflexos impactaram negativamente principalmente sobre a sa&uacute;de, a seguran&ccedil;a p&uacute;blica, os programas de assist&ecirc;ncia social, os investimentos previstos para o setor cultural e n&atilde;o realizados e obras de infraestrutura lan&ccedil;adas no per&iacute;odo eleitoral e descontinuadas nos &uacute;ltimos dias.<br />
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&ldquo;Quando na campanha diz&iacute;amos que era preciso um choque de gest&atilde;o no Governo do Tocantins n&atilde;o era somente ret&oacute;rica, sab&iacute;amos que o desgoverno era grande demais. O governo Siqueira/Sandoval ampliou as suas despesas e comprometeu o limite prudencial&quot;, disse Marcelo Miranda.<br />
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O governador eleito disse tamb&eacute;m que as &quot;aplica&ccedil;&otilde;es temerosas&quot; feitas no mercado financeiro com os recursos do Igeprev levou o Instituto a perder o &quot;Certificado de Regularidade Previdenci&aacute;ria&quot;. <em>&quot;Isso &eacute; letal para o bem-estar da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. E na outra ponta, vimos os hospitais num estado de calamidade p&uacute;blica, carros das policias militar e civil sendo recolhidos, servi&ccedil;os de assist&ecirc;ncia social interrompidos. O quadro de crise &eacute; muito pior do que imagin&aacute;vamos</em>&rdquo;, analisou.<br />
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Herbert Brito, o Buti, j&aacute; anunciado como futuro Secret&aacute;rio-Geral do Governo e que coordenou os trabalhos da Comiss&atilde;o de Transi&ccedil;&atilde;o, classificou como &ldquo;incompreens&iacute;vel&rdquo; o fato de ainda n&atilde;o haver previs&atilde;o do or&ccedil;amento de 2015. <em>&ldquo;O atual governo j&aacute; deu declara&ccedil;&otilde;es &agrave; imprensa de que o governo n&atilde;o enviou a LOA &agrave; Assembleia Legislativa por n&atilde;o ter sido capaz de fechar as contas. Veja o tamanho do problema que temos pela frente&rdquo;</em>, afirmou Buti.</span>

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