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Sandoval diz que Marcelo juntou as dívidas desde a fundação do Estado; Buti rebate: "está desconectado da realidade"

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O governador Sandoval Cardoso (SD) criticou os dados apresentados pela Comiss&atilde;o de Transi&ccedil;&atilde;o em relat&oacute;rio que apontou uma d&iacute;vida do Governo do Estado superior a 4 bilh&otilde;es de reais. Para Sandoval, o governador eleito Marcelo Miranda deve ter &ldquo;juntado todas as d&iacute;vidas desde a funda&ccedil;&atilde;o do Estado, inclusive as das outras gest&otilde;es dele&rdquo;, para chegar ao valor apontado no relat&oacute;rio.<br />
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O atual governador foi ainda mais cr&iacute;tico ao afirmar que &ldquo;essa conversa de d&iacute;vida &eacute; discurso de quem n&atilde;o est&aacute; interessado em mostrar servi&ccedil;o&quot;. E acrescentou: <em>&ldquo;No per&iacute;odo do&nbsp; Marcelo, de sete anos, com certeza ele contraiu d&iacute;vida que estou pagando e nunca fui na imprensa falar que tinha d&iacute;vida&rdquo;</em>, disse Sandoval.<br />
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J&aacute; o presidente da Comiss&atilde;o de Transi&ccedil;&atilde;o, Herbert Brito Barros, o Buti, respondeu no tom mesmo tom das cr&iacute;ticas.<em> &ldquo;As cr&iacute;ticas feitas pelo governador Sandoval Cardoso s&oacute; demonstram, mais uma vez, que ele est&aacute; desconectado com a realidade do Tocantins&rdquo;</em>, rebateu.<br />
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Ainda segundo Buti, os dados apresentados pela Comiss&atilde;o de Transi&ccedil;&atilde;o foram repassados pela pr&oacute;pria equipe do atual governador. Segundo Sandoval, as d&iacute;vidas n&atilde;o representam problema algum, pois o Estado tem comprometida apenas 9% de sua capacidade de endividamento.<br />
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Para Sandoval, o grande problema &eacute; a folha de pagamento e defendeu a terceiriza&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de para reduzir a folha em R$ 50 milh&otilde;es por m&ecirc;s. <em>&ldquo;Se o pr&oacute;ximo governador fizer isso, o que n&atilde;o fiz por falta de tempo e pelo momento eleitoral, n&atilde;o precisar&aacute; fazer cortes de pessoal. A &uacute;nica sa&iacute;da para a gest&atilde;o da sa&uacute;de &eacute; a terceiriza&ccedil;&atilde;o. Claro que para uma empresa id&ocirc;nea, mas essa &eacute; a &uacute;nica sa&iacute;da poss&iacute;vel&rdquo;</em>, garantiu, ao Portal CT.<br />
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Sandoval negou que tenha havido &quot;farra&quot; nas promo&ccedil;&otilde;es de policiais militares apontada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual e classificou a atua&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o como &quot;sensacionalismo&quot;. <em>&ldquo;Me doei para o Estado nos &uacute;ltimos meses igual um servo, trabalhei, fiz muita coisa que em quatro anos muitos n&atilde;o fizeram.&nbsp; Que sensacionalismo &eacute; esse?&rdquo;</em>, disse ao Conex&atilde;o Tocantins. Ele contou que ainda n&atilde;o recebeu R$ 16 milh&otilde;es que o governo federal tem que repassar para a Sa&uacute;de e mais R$ 40 milh&otilde;es de acr&eacute;scimo no FPE.<br />
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O atual governador disse que &ldquo;jogar a culpa nos governos anteriores n&atilde;o vai resolver&rdquo;. &ldquo;<em>Essa conversa &eacute; s&oacute; marketing, &eacute; enganar&atilde;o. Assumi uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil e n&atilde;o joguei a culpa nas gest&otilde;es que me antecederam&rdquo;</em>, afirmou.</span>

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