Sobral – 300×100
Seet

Monografia destaca o Bazar Três Pontos como projeto de ressocialização de detentos no Tocantins

admin -

<span style="font-size:14px;">O bacharelando em Direito Arnaldo Filho apresentou monografia intitulada <em>&ldquo;A Ressocializa&ccedil;&atilde;o de Detentos no Tocantins: dificuldades e avan&ccedil;os iniciais&rdquo;</em>, destacando o projeto Bazar Tr&ecirc;s Pontos da Defensoria P&uacute;blica do Tocantins (</span><span style="font-size:14px;">DPE-TO)&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">como uma iniciativa positiva para o retorno das pessoas encarceradas ao conv&iacute;vio social. O trabalho foi apresentando &agrave; Faculdade Cat&oacute;lica Dom Orione, em Aragua&iacute;na, no dia 15 de dezembro, sendo atribu&iacute;da nota m&aacute;xima ao acad&ecirc;mico.&nbsp;&nbsp;<br />
<br />
Conforme o autor da monografia, &eacute; preocupante a situa&ccedil;&atilde;o evidenciada pelos dados do INFOPEN &ndash; Sistema Integrado de Informa&ccedil;&otilde;es Penitenci&aacute;rias que diz respeito ao trabalho externo dos presos. Conforme os dados, atualizados at&eacute; junho de 2013, dentre a popula&ccedil;&atilde;o carcer&aacute;ria de 2.876 detentos existiam apenas sete reeducandos realizando atividades externas. Quando o trabalho &eacute; interno, este n&uacute;mero aumenta consideravelmente para 412 reeducandos. Para Silva, a desocupa&ccedil;&atilde;o e ociosidade permitem com que os detentos multipliquem seus v&iacute;cios, o que &eacute; extremamente nocivo ao processo de ressocializa&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Apesar dos problemas relatados no sistema prisional tocantinense pelo acad&ecirc;mico, ele reconhece o empenho de diversas institui&ccedil;&otilde;es para garantir a ressocializa&ccedil;&atilde;o do preso, como o projeto Bazar Tr&ecirc;s Pontos da Defensoria P&uacute;blica. Conforme Silva, medidas como esta lan&ccedil;am um novo olhar voltado para a capacita&ccedil;&atilde;o de presos e egressos, visando a reinser&ccedil;&atilde;o na sociedade e no mercado de trabalho. <em>&ldquo;Sem d&uacute;vidas, a oportunidade de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional do egresso reduz n&atilde;o s&oacute; as chances de reincid&ecirc;ncia, mas d&aacute; direito a um novo recome&ccedil;o para quem deseja reaprender a viver. A sociedade precisa, acima de tudo, se conscientizar que o detento pode ser recuperar e ser um excelente profissional&rdquo;</em>, enfatizou Arnaldo Filho.<br />
<br />
<u><strong>Criminalidade</strong></u><br />
<br />
Conforme a defensora p&uacute;blica Cristiane Japiass&uacute;, cada preso custa mais de dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos aos cofres p&uacute;blicos. <em>&ldquo;O preso n&atilde;o s&oacute; tem a obriga&ccedil;&atilde;o de trabalhar, como tem o direito&rdquo;</em>, enfatizou. A falta de trabalho e outras medidas de ressocializa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o apontadas pela Defensora P&uacute;blica como as principais causas para a reincid&ecirc;ncia e aumento da criminalidade. (</span><span style="font-size:14px;">Keliane Vale – Ascom DPE-TO)</span>

Comentários pelo Facebook: