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Justiça Eleitoral cassa diploma do prefeito Leonardo Cintra

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<span style="font-size:14px;">O prefeito do Munic&iacute;pio de Almas (TO), Leonardo Cintra (PSDB) e o vice-prefeito Jurimar Jos&eacute; Trindade (PSD) tiveram seus respectivos diplomas cassados pela ju&iacute;za eleitoral Edssandra Barbosa da Silva Louren&ccedil;a da Zona Eleitoral de Natividade acusados &nbsp;de compra de votos, corrup&ccedil;&atilde;o eleitoral e abuso de poder pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico nas elei&ccedil;&otilde;es de 2012. Cintra &eacute; tamb&eacute;m&nbsp;presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Tocantinense de Munic&iacute;pios (ATM)<br />
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Apesar da decis&atilde;o, publicada na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (16), a ju&iacute;za manteve o prefeito e vice no cargo at&eacute; o transito julgado da a&ccedil;&atilde;o para &ldquo;preservar a estabilidade da administra&ccedil;&atilde;o municipal&rdquo; e evitar &ldquo;eventuais preju&iacute;zos&rdquo; ao munic&iacute;pio. Por outro lado, se confirmada &agrave; senten&ccedil;a, a ju&iacute;za determina que o presidente da C&acirc;mara Municipal assuma o Executivo e que seja realizada uma nova elei&ccedil;&atilde;o para os cargos de prefeito e vice-prefeito em Almas.<br />
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O prefeito cassado negou ter cometido as a&ccedil;&otilde;es que levaram a cassa&ccedil;&atilde;o de seu diploma. &ldquo;Eu acredito na Justi&ccedil;a e vamos percorrer todos os caminhos legais e provar que fomos reeleitos, por for&ccedil;a da vontade popular&rdquo;, avaliou Cintra.<br />
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A defesa de Leonardo Cintra informou que j&aacute; protocolou recurso contra a decis&atilde;o da ju&iacute;za.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size:14px;">&Eacute; a segunda vez que o prefeito e o vice s&atilde;o cassados pela mesma ju&iacute;za. A primeira vez foi em outubro do ano passado, tornando os dois ineleg&iacute;veis e aplicando multa de R$ 25 mil a cada um, sob a acusa&ccedil;&atilde;o de&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">realiza&ccedil;&atilde;o de boca de urna, utiliza&ccedil;&atilde;o de servidor p&uacute;blico na campanha eleitoral, compra de voto, propaganda eleitoral irregular, entre outras.</span>

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