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Entidades aprovam Kátia Abreu na Agricultura

admin -

<span style="font-size:14px;">Escolha pessoal da presidente Dilma Rousseff, a senadora K&aacute;tia Abreu (PMDB/TO) foi confirmada como a nova ministra da Agricultura. As principais lideran&ccedil;as do setor aprovaram o nome da senadora, j&aacute; a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) se manifestou de maneira contr&aacute;ria.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">K&aacute;tia Abreu &eacute; senadora pelo Estado de Tocantins e &eacute; presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), uma das maiores entidades do agroneg&oacute;cio, pela quarta vez. A indica&ccedil;&atilde;o ao Minist&eacute;rio da Agricultura provocou rea&ccedil;&otilde;es at&eacute; mesmo dentro do PMDB, partido que a senadora ingressou no ano passado. Entidades do agroneg&oacute;cio, bem como o ex-ministro Roberto Rodrigues, se mostram otimistas com a escolha.<br />
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&ndash; <em>Tenho uma expectativa muito grande. &Eacute; uma l&iacute;der incontest&aacute;vel, conhecedora da agropecu&aacute;ria, &eacute; lutadora e tem uma qualidade. Ela &eacute; amiga pessoal da presidente da Rep&uacute;blica. A K&aacute;tia ter&aacute; proemin&ecirc;ncia dentro do governo e sendo amiga ela tem compromisso de defender a Agricultura</em> &ndash; aposta Rodrigues.<br />
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O presidente do Conselho Nacional do Caf&eacute; (CNC), Silas Brasileiro, tamb&eacute;m acredita no apoio do governo para fortalecer o comando da nova ministra, trazendo bons resultados para o setor.<br />
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&ndash; <em>Nesses quatro anos, com quatro ministros, embora tivessem boa vontade e interesse, quando a presidente compra a briga e resolve apoiar o agroneg&oacute;cio, que &eacute; o maior gerador de emprego do pa&iacute;s e a sustenta&ccedil;&atilde;o da balan&ccedil;a comercial, &eacute; interessant&iacute;ssimo pra n&oacute;s produtores. Portanto, ser&aacute; uma boa escolha, sabendo efetivamente que ela ter&aacute; por retaguarda o Pal&aacute;cio do Planalto apoiando as suas a&ccedil;&otilde;es</em> &ndash; confia Brasileiro.<br />
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O presidente da Aprosoja Brasil considera normal a press&atilde;o sofrida por K&aacute;tia Abreu, desde quando a indica&ccedil;&atilde;o se tornou p&uacute;blica. Mas ele acredita que a escolha de apoiar o governo da presidente Dilma foi vitoriosa e agora vem o desafio de dar maior agilidade &agrave; pasta.<br />
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&ndash; <em>Eu acho que o maior desafio da senadora dentro do Minist&eacute;rio &eacute; reestruturar o velho Minist&eacute;rio que n&oacute;s temos ali, com normativas e coisas que n&atilde;o s&atilde;o mais a realidade do Brasil. Acho que a maior dificuldade da senadora, conhecendo como eu a conhe&ccedil;o, uma pessoa &aacute;gil e determinada, pr&aacute;tica de resolver, pode sofrer muito nesta quest&atilde;o de gest&atilde;o internamente </em>&ndash; diz Almir Dalpasquale.<br />
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Por outro lado, a Contag espera que com a mudan&ccedil;a, o Minist&eacute;rio da Agricultura, enfim, cumpra o seu papel e possa realmente fortalecer a agricultura brasileira. Mas n&atilde;o aprovou o nome da senadora K&aacute;tia Abreu.<br />
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&ndash; <em>Junto &agrave;s entidades da agricultura familiar n&atilde;o &eacute; um nome que tenha uma boa receptividade, n&oacute;s n&atilde;o torc&iacute;amos para que ela fosse indicada ministra da Agricultura, exatamente n&atilde;o por ela defender a agricultura, mas por ela ter sido a presidente de uma entidade como a CNA. Uma pessoa que &eacute; senadora e por muitos anos exerceu a presid&ecirc;ncia da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura e que em outro ponto de equilibro, contrapondo a Contag no ponto de vista de representa&ccedil;&atilde;o nacional, &eacute; como se a agricultura familiar tivesse perdido</em> &ndash; justifica Alberto Broch, presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><u><strong>K&aacute;tia Abreu</strong></u><br />
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Senadora da Rep&uacute;blica pelo PMDB de Tocantins, K&aacute;tia Abreu &eacute; presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA) desde 2008. Este ano, foi reeleita pela segunda vez para dirigir a entidade representativa dos produtores rurais, que agrega 27 federa&ccedil;&otilde;es estaduais e 2 mil sindicatos.<br />
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K&aacute;tia foi deputada federal suplente pelo antigo PFL (atual DEM) entre 1999 e 2003, assumindo o cargo duas vezes nesse per&iacute;odo. Em 2002, foi eleita para a C&acirc;mara, atuando na Casa como vice-l&iacute;der de seu partido &agrave; &eacute;poca.<br />
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Em 2006, foi eleita senadora pelo Tocantins e, em outubro deste ano, foi reeleita para mais oito anos no Senado. K&aacute;tia Abreu integra a bancada ruralista no Congresso, onde defende medidas como mais investimentos em infraestrutura e a regulamenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra terceirizada. At&eacute; 2012, foi uma das principais vozes da bancada nas negocia&ccedil;&otilde;es em torno do novo C&oacute;digo Florestal.<br />
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Formada em psicologia em Goi&acirc;nia, sua cidade natal, K&aacute;tia Abreu tamb&eacute;m presidiu a Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Estado do Tocantins e o Sindicato Rural de Gurupi.</span>

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