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Umanizzare também suspende alimentação em unidades prisionais por causa de dívidas

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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A empresa Umanizzare suspendeu parcialmente o fornecimento de alimenta&ccedil;&atilde;o na Casa de Pris&atilde;o Provis&oacute;ria de Palmas e no Pres&iacute;dio Barra da Grota em Aragua&iacute;na, na &uacute;ltima quarta-feira (24). A empresa justifica que o Governo do Estado deve mais de R$ 9,5 milh&otilde;es e prometeu restabelecer o servi&ccedil;o somente depois da quita&ccedil;&atilde;o do d&eacute;bito.<br />
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Al&eacute;m da alimenta&ccedil;&atilde;o, a Umanizzare deixou de fornecer, parcialmente,&nbsp; quites de higiene, colch&otilde;es, rouparia aos internos e manuten&ccedil;&atilde;o predial.&nbsp; Conforme a empresa, a falta de pagamento se acumula desde o m&ecirc;s de agosto e j&aacute; soma R$ 9.589.943,98.<br />
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Tamb&eacute;m por falta de pagamento, a Litucera suspendeu no &uacute;ltimo dia 23 o fornecimento de alimenta&ccedil;&atilde;o em quase todos os hospitais de refer&ecirc;ncia do Estado alegando uma d&iacute;vida superior a R$ 50 milh&otilde;es.<br />
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<u><strong>Situa&ccedil;&atilde;o pode piorar</strong></u><br />
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Apesar das d&iacute;vidas e da paralisa&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, o desembargador do Tribunal de Justi&ccedil;a do Tocantins (TJTO), Moura Filho, determinou na quarta-feira (24) ao Governo do Estado que n&atilde;o realize qualquer pagamento aos fornecedores no final da atual gest&atilde;o.<br />
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Segundo uma nota oficial do governador Sandoval Cardoso, a decis&atilde;o liminar atende pedido do governador eleito Marcelo Miranda (PMDB), que ingressou com Mandado de Seguran&ccedil;a. Est&atilde;o autorizados apenas os repasses aos demais poderes, como Legislativo e Judici&aacute;rio. O desembargador determinou ainda o estorno aos cofres p&uacute;blicos de todos os pagamentos efetuados pelo Governo do Estado nos &uacute;ltimos 7 dias, exceto dos servidores p&uacute;blicos.</span>

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