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Delegados da PC são denunciados pelo MPF por deixarem de receber ocorrências

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal denunciou dois delegados da Pol&iacute;cia Civil do Tocantins por deixarem de receber ocorr&ecirc;ncia policial sob a alega&ccedil;&atilde;o de ser crime de compet&ecirc;ncia federal. &nbsp;Um dos casos aconteceu em Gurupi envolvendo o delegado Carlos Juarez Metzka e em Guara&iacute;, com o delegado Guido Camilo Ribeiro.&nbsp;<br />
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<u><strong>Gurupi</strong></u><br />
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Segundo o MPF, na noite de 03 de dezembro de 2014 Policiais Rodovi&aacute;rios Federais (PRFs) abordaram um ve&iacute;culo na BR 153, em Gurupi. Nele, havia dez caixas de cigarros de origem paraguaia no autom&oacute;vel. Indagado sobre a proced&ecirc;ncia do cigarro, o condutor informou que adquiriu o produto pelo valor de cinco mil reais na cidade de Para&iacute;so do Tocantins, com o objetivo de revender em Gurupi.<br />
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Diante disso, os PRFs entraram em contato com a Pol&iacute;cia Civil de Gurupi, ocasi&atilde;o em que uma servidora informou que Carlos Juarez Metzka, delegado de plant&atilde;o, recusou-se a receber a ocorr&ecirc;ncia.<br />
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Como n&atilde;o era poss&iacute;vel transportar com seguran&ccedil;a para a Delegacia de Pol&iacute;cia Federal mais pr&oacute;xima, em Palmas, o ve&iacute;culo, o motorista e o passageiro, al&eacute;m do cigarro apreendido, e para evitar qualquer alega&ccedil;&atilde;o de abuso de autoridade, a Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal achou por bem apreender o produto il&iacute;cito e liberar os suspeitos.<br />
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<u><strong>Guara&iacute;</strong></u><br />
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Conforme o MPF, no 21 de novembro de 2014, tamb&eacute;m na BR-153, munic&iacute;pio de Guara&iacute;, policiais rodovi&aacute;rios federais abordaram um ve&iacute;culo para fiscaliza&ccedil;&atilde;o e constatou a adultera&ccedil;&atilde;o do Certificado de Registro e Licenciamento de ve&iacute;culos (CRLV), al&eacute;m da exist&ecirc;ncia de um rev&oacute;lver e uma espingarda ilegamente.&nbsp;<br />
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Segundo o MPE, quando os PRFs entraram em contato com a Pol&iacute;cia Civil de Guara&iacute;, o delegado de plant&atilde;o, Guido Camilo Ribeiro, recusou-se a receber a ocorr&ecirc;ncia.<br />
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O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal afirma que apesar de as ocorr&ecirc;ncias serem designadas &agrave; Justi&ccedil;a Federal, &eacute; atribu&iacute;do ao delegado de pol&iacute;cia do local da pris&atilde;o, ou do local mais pr&oacute;ximo deste, providenciar o auto de pris&atilde;o em flagrante, fazer as comunica&ccedil;&otilde;es devidas e custodiar o preso, se for necess&aacute;rio. S&oacute; ent&atilde;o, se n&atilde;o puder conduzir as eventuais investiga&ccedil;&otilde;es, o delegado deve remeter o inqu&eacute;rito para a autoridade policial respons&aacute;vel pelo caso.</span>

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