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Conciliação é o caminho mais rápido para solucionar conflitos

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<span style="font-size:14px;">De modo eficaz e r&aacute;pido, uma quest&atilde;o pode ser resolvida em uma &uacute;nica audi&ecirc;ncia com o conciliador, desde que ocorra uma negocia&ccedil;&atilde;o entre as partes. A busca pelo acordo no Nucon &ndash; N&uacute;cleo de Concilia&ccedil;&atilde;o da DPE-TO &ndash; Defensoria P&uacute;blica do Tocantins apresenta maior demanda na &aacute;rea da Fam&iacute;lia.<br />
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Como para a estudante A.F.S., 18 anos, que buscou a DPE-TO em Aragua&iacute;na para regularizar a guarda do filho de dois anos. A crian&ccedil;a mora com a fam&iacute;lia do genitor desde o nascimento e assim permaneceu ap&oacute;s o rompimento da rela&ccedil;&atilde;o dos pais. Agora, a m&atilde;e A.F.S. quer manter uma proximidade maior com o filho, acordar as visitas e demais responsabilidades. <em>&ldquo;Pensava que seria mais tensa a audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o, mas conseguimos nos entender e para mim ficou bom, principalmente porque n&atilde;o teremos mais conflito por causa dos dias de visita e para ter meu filho em minha companhia&rdquo;</em>, disse aliviada A.F.S.<br />
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Na comarca de Aragua&iacute;na, dentre os 4.637 atendimentos na &aacute;rea da Fam&iacute;lia, de janeiro a setembro de 2014, 25% foram direcionados para a concilia&ccedil;&atilde;o. Conforme a defensora p&uacute;blica T&eacute;ssia Gomes Carneiro, coordenadora em substitui&ccedil;&atilde;o do Nucon em Aragua&iacute;na, as audi&ecirc;ncias de concilia&ccedil;&atilde;o resultaram em 829 acordos, enquanto 707 demandas continuam em conflito, seja pela falta de acordo entre as partes ou pelo n&atilde;o comparecimento de uma delas.<br />
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Os dados demonstram que a maior parcela de Assistidos optou pelo ajuizamento de a&ccedil;&atilde;o judicial, mas a Defensora P&uacute;blica alerta que a demanda pode levar anos para ser solucionada. Para T&eacute;ssia Carneiro, a concilia&ccedil;&atilde;o al&eacute;m de permitir que as partes sejam protagonistas, reduz a litigiosidade, uma vez que viabiliza a compreens&atilde;o do ponto de vista de ambos e a tomada conjunta de decis&otilde;es. <em>&ldquo;O conciliador permite a tratativa pessoal do casal, resultando numa conversa franca que auxilia para que a rivalidade diminua, pois os ex-consortes percebem que o intuito do di&aacute;logo &eacute; justamente o de facilitar a resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas comuns. Al&eacute;m da maior flexibilidade para decidir quest&otilde;es atinentes ao div&oacute;rcio, guarda dos filhos, pens&atilde;o aliment&iacute;cia e partilha de bens&rdquo;</em>, esclareceu a Defensora P&uacute;blica. (Keliane Vale)</span>

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