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Moradores do setor Araguaína Sul querem alteração em área onde será construída a nova Prefeitura

admin -

<div style="text-align: justify;">
<span style="font-size:14px;"><u><strong>Arnaldo Filho</strong></u><br />
<em>AF Not&iacute;cias</em><br />
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O Di&aacute;rio Oficial do Munic&iacute;pio do &uacute;ltimo dia 21, trouxe a publica&ccedil;&atilde;o do Decreto 004/2013, datado de 01 de janeiro, declarando de utilidade p&uacute;blica uma &aacute;rea de 158.058m&sup2; localizada nos setores Cimba e Aragua&iacute;na Sul para constru&ccedil;&atilde;o da nova sede do Poder Executivo. As desapropria&ccedil;&otilde;es ou indeniza&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o de forma amig&aacute;vel ou judicial, conforme o decreto.<br />
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A medida tem preocupado os l&iacute;deres comunit&aacute;rios do setor Aragua&iacute;na Sul que j&aacute; est&atilde;o buscando, junto &agrave;s autoridades locais, apoio para motivar uma altera&ccedil;&atilde;o na designada &aacute;rea. Conforme argumentam, a mudan&ccedil;a ser&aacute; pequena, causar&aacute; menos impacto aos moradores e ainda beneficiar&aacute; o projeto j&aacute; que a inten&ccedil;&atilde;o deles &eacute; incluir duas quadras acima da Avenida Amazonas na parte mais alta do Setor Cimba, sentido UFT [com poucas benfeitorias] a fim de preservar duas&nbsp; abaixo, onde os moradores fizeram altos investimentos em casas residenciais e de aluguel. <em>&ldquo;Temos pessoas que fizeram empr&eacute;stimos de 250 mil reais para construir casas no local. Por isso estamos buscando um acordo amig&aacute;vel, pedindo a compreens&atilde;o do prefeito&rdquo;</em>, afirmou um morador impactado.<br />
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As lideran&ccedil;as do setor explicaram ainda que n&atilde;o s&atilde;o contr&aacute;rios &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do projeto naquela localidade, mas argumentam que esperavam do novo prefeito a regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria e n&atilde;o a desapropria&ccedil;&atilde;o. Segundo eles, a maior inseguran&ccedil;a refere-se &agrave;s indeniza&ccedil;&otilde;es, que podem ser abaixo do valor de mercado, fato que prejudicaria a aquisi&ccedil;&atilde;o de novo im&oacute;vel nas mesmas proximidades. Ainda conforme informa&ccedil;&otilde;es, fiscais do munic&iacute;pio j&aacute; percorreram as resid&ecirc;ncias fazendo notifica&ccedil;&otilde;es e embargando obras.<br />
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Ap&oacute;s ouvir a reivindica&ccedil;&atilde;o dos moradores, a vereadora Silvinia Pires (PT) afirmou que apresentar&aacute; um requerimento na C&acirc;mara solicitando uma Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica com a participa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o, Poderes Legislativo e Executivo a fim de buscar meios de minimizar os impactos na vida das pessoas, buscando um ponto de equil&iacute;brio entre as partes. <em>&ldquo;Somos favor&aacute;veis ao projeto, mas queremos tamb&eacute;m que o Poder P&uacute;blico tenha di&aacute;logo com as pessoas que ser&atilde;o afetadas. Muitos moram h&aacute; d&eacute;cadas naquela localidade&rdquo;</em>, afirmou Silvinia.<br />
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Nesta sexta-feira, 25, os moradores est&atilde;o organizando uma reuni&atilde;o com vereadores e popula&ccedil;&atilde;o afetada para discutir o assunto.<br />
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<u><strong>Resposta</strong></u><br />
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A prefeitura de Aragua&iacute;na, por meio de sua Assessoria, garantiu ao <strong><em>AF Not&iacute;cias</em></strong> que est&aacute; aberta ao di&aacute;logo desde o dia em que anunciou a medida. Disse ainda que ser&aacute; marcada uma reuni&atilde;o com os moradores dos referidos setores para ouvir a proposta e buscar uma solu&ccedil;&atilde;o em comum acordo. <em>&quot;Nenhum morador ter&aacute; preju&iacute;zos financeiros&quot;</em>, garantiu.&nbsp;</span></div>

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