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MPF busca soluções para péssimas condições da BR 153 na região norte

admin -

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<span style="font-size:14px;">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, por interm&eacute;dio da Procuradoria da Rep&uacute;blica no Munic&iacute;pio de Aragua&iacute;na, instaurou dois inqu&eacute;ritos civis para buscar solu&ccedil;&atilde;o para a situa&ccedil;&atilde;o calamitosa em que se encontra a BR 153, no norte do estado. A iniciativa se deve &agrave; den&uacute;ncia online recebida pela Procuradoria e &agrave; comprova&ccedil;&atilde;o in loco pelo procurador de Aragua&iacute;na, Jo&atilde;o Raphael Lima.<br />
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Segundo o MPF, o primeiro inqu&eacute;rito se refere &agrave;s prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de tr&aacute;fico em que est&aacute; a rodovia entre as cidades de Wanderl&acirc;ndia e Colinas. Existem v&aacute;rios buracos espalhados por todo o trecho, o que tem causado in&uacute;meros danos materiais aos propriet&aacute;rios de ve&iacute;culos e tamb&eacute;m acidentes com v&iacute;timas fatais.<br />
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J&aacute; o segundo inqu&eacute;rito se refere as m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es da BR 153 em pontos isolados, onde se v&ecirc; bueiro afundando o pavimento, rebaixamento no acostamento de forma insegura ou com desn&iacute;vel perigoso, al&eacute;m de muitos pontos com sinaliza&ccedil;&atilde;o inadequada ou mesmo inexistente.<br />
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Conforme o MPF, o procurador respons&aacute;vel pelo caso solicitou &agrave; Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal informa&ccedil;&otilde;es sobre os problemas apresentados, bem como os registros de acidentes que tenham sido causados pelas m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es da pista.<br />
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Segundo o MPF, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem um prazo de quinze dias para prestar informa&ccedil;&otilde;es sobre as provid&ecirc;ncias que est&atilde;o sendo adotadas para o recapeamento dos trechos em quest&atilde;o. Tamb&eacute;m nesse prazo, o superintendente regional do DNIT no Tocantins, Amauri Souza Lima, deve comparecer ao MPF para prestar outros esclarecimentos.<br />
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As v&iacute;timas de acidentes em decorr&ecirc;ncia de condi&ccedil;&otilde;es inadequadas da pista podem, por meio de advogado particular ou da Defensoria P&uacute;blica, no caso de pessoa hipossuficiente, entrar com a&ccedil;&atilde;o judicial contra o DNIT, pedindo ressarcimento do preju&iacute;zo sofrido ou mesmo pens&atilde;o, em caso de morte de familiar.</span></div>

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