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OAB buscará "ponto de equilíbrio" entre Polícia Civil e Governo do Estado; greve já dura uma semana

admin -

<span style="font-size:14px;">O Comando de Greve da Pol&iacute;cia Civil, em reuni&atilde;o com a diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins, nesta segunda-feira, 2 de mar&ccedil;o, autorizou a OAB a mediar negocia&ccedil;&otilde;es entre a categoria e o governo do Estado. Os representantes dos policiais, que est&atilde;o em greve desde o dia 25 de fevereiro, e os advogados se reuniram na sede da Ordem, durante a tarde.<br />
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No encontro, o presidente da OAB-TO, Epit&aacute;cio Brand&atilde;o, ressaltou que tem total confian&ccedil;a na Pol&iacute;cia Civil e em seus integrantes. Os demais advogados que comp&otilde;em a diretoria da Ordem que estiveram no encontro tamb&eacute;m destacaram a boa rela&ccedil;&atilde;o com os policiais do Tocantins e seriedade e honestidade dos profissionais que comp&otilde;em a corpora&ccedil;&atilde;o.<br />
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Agora, a media&ccedil;&atilde;o da OAB-TO vai acontecer em duas frentes. Primeiro, na esfera pol&iacute;tica-administrativa: os advogados v&atilde;o procurar o governo para que se inicie uma discuss&atilde;o e se chegue a um entendimento entre as partes. Na segunda frente, o Departamento Jur&iacute;dico do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins) vai repassar os detalhes da reivindica&ccedil;&atilde;o da categoria que teve conquistas obtidas ap&oacute;s mais de oitos anos de luta e negocia&ccedil;&otilde;es suspensas por decreto do governador Marcelo Miranda.<br />
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<em>&ldquo;A Ordem dos Advogados do Brasil quer ser o ponto de equil&iacute;brio. Vamos procurar o governo para que a quest&atilde;o seja resolvida de imediato&rdquo;</em>, salientou Epit&aacute;cio Brand&atilde;o.<br />
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<u><strong>Greve</strong></u></span><br />
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<span style="font-size:14px;">A greve da Pol&iacute;cia Civil &eacute; um movimento para protestar contra decreto do governador Marcelo Miranda que suspendeu os efeitos financeiros da lei 2.851/2014. Resultado de mais oito anos de negocia&ccedil;&atilde;o e luta da categoria junto ao governo do Estado, a lei faz o alinhamento das carreiras dos policiais civis de n&iacute;vel m&eacute;dio aos de n&iacute;vel superior, deixando apenas um n&iacute;vel na corpora&ccedil;&atilde;o.<br />
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O alinhamento das carreiras foi feito em 2007 pelo pr&oacute;prio governador Marcelo Miranda na sua pen&uacute;ltima gest&atilde;o, mas a regulamenta&ccedil;&atilde;o e a aplica&ccedil;&atilde;o efetiva dessa paridade se arrastou por todos os governos nos &uacute;ltimos oito ano. Somente em abril de 2014 os policiais conseguiram obter a regulamenta&ccedil;&atilde;o do alinhamento, com efeitos financeiros que come&ccedil;ariam em janeiro de 2015.<br />
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Levantamento feito pelo Sinpol mostra que o impacto financeiro para o cumprimento da lei em 2015 n&atilde;o &eacute; grande e representa apenas 1 % da folha de pagamento do Executivo Estadual. A lei beneficia cerca de 1,3 mil policiais civis de todo o Tocantins.</span><br />
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