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OAB e Governo se reúnem para discutir greve da Polícia Civil; Sinpol lamenta falta de proposta concreta

admin -

<span style="font-size:14px;">O Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol) considerou positiva a abertura de di&aacute;logo com Governo do Estado sob a intermedia&ccedil;&atilde;o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-TO), mas lamentou que o Executivo n&atilde;o tenha apresentado qualquer proposta concreta para resolver o impasse com a categoria durante reuni&atilde;o nesta ter&ccedil;a-feira (3). <em>&quot;Enquanto n&atilde;o houver uma proposta clara que seja aceita pelos policiais civis, a greve vai prosseguir&quot;</em>, afirmou o Sinpol.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">O Procurador-Geral do Estado, S&eacute;rgio do Vale e o Secret&aacute;rio de Estado da Administra&ccedil;&atilde;o, Geferson Barros, estiveram reunidos com os representantes da OAB para tentar negociar um acordo em nome da categoria.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Conforme o Sindicato, mesmo com a greve, os 30% de servi&ccedil;os essenciais v&atilde;o prosseguir, como as escutas telef&ocirc;nicas, o atendimento a flagrantes, o atendimento de idosos e portadores de necessidades especiais entre outros. <em>&ldquo;Estamos fazendo uma greve respons&aacute;vel e jamais ir&iacute;amos a abandonar o cidad&atilde;o&rdquo;</em>, destacou o presidente, ao lembrar que mesmo durante a greve policiais impediram o ingresso de dez celulares na CPPP e drogas (Casa de Pris&atilde;o Provis&oacute;ria de Palmas) e apreenderam um caminh&atilde;o com mais de 200 quilos de maconha.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Iniciada na quarta-feira, 25 de fevereiro, a greve &eacute; um movimento da Pol&iacute;cia Civil para protestar contra o decreto do governador Marcelo Miranda que suspendeu os efeitos financeiros da lei 2.815/2014. A lei faz o alinhamento salarial entre os cargos de n&iacute;vel superior na Pol&iacute;cia Civil. Segundo o Sindicato, ela &eacute; resultado de luta e negocia&ccedil;&otilde;es de mais de oito anos e entraria em vigor em janeiro de 2015.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Para o Sinpol, al&eacute;m de n&atilde;o cumprir a lei nesses primeiros dois meses do ano, o Governo jamais apresentou proposta concreta para reestabelecer a conquista hist&oacute;rica. <em>&ldquo;A nossa categoria n&atilde;o vai parar a greve enquanto n&atilde;o houver uma proposta concreta que seja aceita&rdquo;</em>, garantiu o presidente do Sinpol, Moisemar Marinho.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><u><strong>Governo</strong></u><br />
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O Procurador Geral do Estado, S&eacute;rgio do Vale, disse que neste momento torna-se invi&aacute;vel atender todas as reinvindica&ccedil;&otilde;es, mas as propostas ser&atilde;o estudadas.&nbsp;<em>&ldquo;N&atilde;o podemos vender mentiras, nesse momento trabalhamos com a veracidade e principalmente transpar&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do Estado. &Eacute; preciso aguardar o per&iacute;odo de 180 dias para que as concess&otilde;es sejam iniciadas. N&oacute;s tamb&eacute;m somos interessados em garantir os direitos dos servidores&rdquo;</em>, concluiu.<br />
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<u><strong>OAB</strong></u><br />
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A Diretoria da Ordem solicitou a equipe do Governo dados detalhados que subsidiem e comprovem a atual situa&ccedil;&atilde;o do Tocantins em todos os aspectos.&nbsp;<br />
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Al&eacute;m de Brand&atilde;o, o vice-presidente da OAB, Rubens D&aacute;rio Lima, a presidente da Comiss&atilde;o do Sistema Penitenci&aacute;rio Ester Nogueira, o secret&aacute;rio de administra&ccedil;&atilde;o, Geferson Oliveira Barros Filho, o Procurador Geral do Estado S&eacute;rgio do Vale, o presidente da Caixa de Asssit&ecirc;ncia dos Advogados, Marcelo Wallace e os conselheiros Rodrigo Coelho e T&uacute;lio Chegury participaram da reuni&atilde;o.</span><br />
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