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"Judiciário também deveria ordenar o cumprimento das leis", diz Terciliano sobre greve da Civil

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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A C&acirc;mara de Aragua&iacute;na (TO) tem feito v&aacute;rias cobran&ccedil;as ao Governo do Estado, por meio de requerimentos e indica&ccedil;&otilde;es, para que o governador Marcelo Miranda (PMDB) analise com cautela os benef&iacute;cios dos servidores p&uacute;blicos, concedidos em 2014, mas suspensos e anulados via decreto. Nesta ter&ccedil;a-feira (3), o vereador Terciliano Gomes (SD) chamou novamente a aten&ccedil;&atilde;o do Chefe do Executivo e cobrou &quot;sensibilidade para se chegar a um denominador comum&quot; principalmente com a Pol&iacute;cia Civil, em greve desde o dia 25 de fevereiro.<br />
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Terciliano tamb&eacute;m comentou a onda de criminalidade no Estado, especialmente em Aragua&iacute;na. <em>&ldquo;Em apenas dois dias tivemos tr&ecirc;s &ocirc;nibus incendiados, assalto &agrave; loja da vivo e sequestro do tesoureiro do Banco do Brasil juntamente com sua fam&iacute;lia&rdquo;</em>, relatou.<br />
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Para o vereador, o mesmo Judici&aacute;rio que determinou a suspens&atilde;o da greve da Pol&iacute;cia Civil, nesta ter&ccedil;a, deveria tamb&eacute;m ordenar ao governador o cumprimento das leis que concederam benef&iacute;cios aos servidores p&uacute;blicos, j&aacute; que todas elas foram discutidas e aprovadas pela Assembleia Legislativa.<br />
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Ainda de acordo com Terciliano, Marcelo Miranda n&atilde;o pode alegar o desconhecimento dos benef&iacute;cios, principalmente da Pol&iacute;cia Civil, tendo em vista que ele mesmo participou de reuni&atilde;o com a categoria durante a campanha eleitoral e firmou o compromisso de &quot;manter e aprimorar&quot; os benef&iacute;cios. <em>&ldquo;Ent&atilde;o ele tinha conhecimento de todas as conquistaS dos policiais, que inclusive tiveram marco inicial no seu primeiro governo&rdquo;</em>, lembrou Terciliano.&nbsp;&nbsp;<br />
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O vereador classificou como &ldquo;estranho&rdquo; o fato de serem utilizados decretos para suspender efeitos de leis. <em>&ldquo;&Eacute; uma afronta ao sistema jur&iacute;dico e desrespeito ao Poder Legislativo, a quem cabe elaborar e votar as leis&rdquo;</em>, afirmou.<br />
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Terciliano finalizou cobrando &ldquo;sensibilidade&rdquo; do governador para discutir as demandas com os servidores p&uacute;blicos. <em>&ldquo;O importante nesse momento &eacute; que o governador tenha a sensibilidade de sentar &agrave; mesa e buscar um denominador comum, at&eacute; porque durante a campanha ele mesmo se comprometeu a manter as conquistas e aprimor&aacute;-las. Aquela proposta de parcelar o pagamento de janeiro em quatro vezes demonstrou falta de sensibilidade com rela&ccedil;&atilde;o aos compromissos financeiros dos servidores. As decis&otilde;es precisam ser discutidas&rdquo;</em>, finalizou Terciliano Gomes.</span>

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