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Deputado apresenta à Câmara pedido de impeachment de Dilma

admin -

<span style="font-size:14px;">Prestes a acontecer v&aacute;rias manifesta&ccedil;&otilde;es contra o governo em diversas partes do&nbsp;pa&iacute;s, no domingo (15), o deputado Jair Bolsonaro (PP-&shy;RJ) protocolou na C&acirc;mara dos Deputados um&nbsp;pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.<br />
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Considerado um dos deputados mais conservadores e cr&iacute;tico do PT, o congressista&nbsp;recorre principalmente ao esquema de corrup&ccedil;&atilde;o na Petrobras, investigado pela&nbsp;opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato, da Pol&iacute;cia Federal, para justificar o pedido.<br />
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Na avalia&ccedil;&atilde;o do deputado, Dilma foi beneficiada pelos desvios da estatal e cometeu&nbsp;crimes contra a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica ao n&atilde;o atuar contra os desmandos.&nbsp;<br />
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&quot;Mais do que despreparo, mostra-&shy;se evidente a omiss&atilde;o da denunciada ao deixar de&nbsp;adotar medidas preventivas e repressivas para combater o c&acirc;ncer da corrup&ccedil;&atilde;o em&nbsp;seu governo, mantendo, perto de si e em fun&ccedil;&otilde;es de alta &nbsp;relev&acirc;ncia da&nbsp;administra&ccedil;&atilde;o federal, pessoas com fortes ind&iacute;cios de comprometimento &eacute;tico e&nbsp;desvios de conduta. Deixou de agir em defesa da sociedade da qual &eacute; respons&aacute;vel&nbsp;m&aacute;xima na administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica&quot;, afirma.<br />
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O pedido do deputado ainda ser&aacute; analisado pela equipe t&eacute;cnica da C&acirc;mara, antes&nbsp;de ser enviado para an&aacute;lise do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-&shy;RJ),&nbsp;respons&aacute;vel por acolher ou rejeitar esse tipo de solicita&ccedil;&atilde;o. No m&ecirc;s passado, o&nbsp;peemedebista afirmou que n&atilde;o via &quot;espa&ccedil;o&quot; para este tipo de a&ccedil;&atilde;o&nbsp;<br />
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<u><strong>Outros pedidos de impeachment</strong></u><br />
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Esse &eacute; o segundo pedido de retirada da petista do comando do pa&iacute;s que est&aacute; em&nbsp;an&aacute;lise na C&acirc;mara. Os t&eacute;cnicos da Casa avaliam pedido de impeachment contra&nbsp;Dilma protocolado no dia 25 de fevereiro.<br />
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O primeiro pedido foi apresentado por Walter Marcelo dos Santos, como cidad&atilde;o.&nbsp;Segundo a &aacute;rea t&eacute;cnica, a tend&ecirc;ncia &eacute; que seja rejeitado.&nbsp;Santos alega &quot;m&aacute; gest&atilde;o administrativa do Brasil e esc&acirc;ndalos de corrup&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Desrespeito &agrave; garantia dos direitos b&aacute;sicos como educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, seguran&ccedil;a,&nbsp;moradia e transporte e reconhecimento por parte da presidente de sua m&aacute; gest&atilde;o e&nbsp;desvios, caracterizando improbidade administrativa&quot;.<br />
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O Solidariedade, partido do deputado Paulinho da For&ccedil;a (SP), anunciou nesta quinta&nbsp;que pretende usar as manifesta&ccedil;&otilde;es para dar f&ocirc;lego &agrave; campanha pelo impeachment.&nbsp;A meta do partido &eacute; reunir 1 milh&atilde;o de assinaturas para entregar ao Congresso um&nbsp;pedido formal para a retirada da petista do comando do pa&iacute;s.<br />
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Desde 2012, a Casa j&aacute; rejeitou outros 17 pedidos de impeachment contra a petista. &nbsp;Cabe ao presidente da C&acirc;mara decidir se recebe ou n&atilde;o um pedido para a retirada&nbsp;de um presidente. Para ser aprovado na C&acirc;mara, um pedido de impeachment tem&nbsp;que passar por comiss&atilde;o e ainda receber o apoio de 342 dos 513 deputados.<br />
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Na sequ&ecirc;ncia, o processo segue para o Senado, onde precisar&aacute; de apoio de 54 dos&nbsp;81 senadores. Ap&oacute;s chegar ao Senado, o pedido precisa ocorrer em at&eacute; 180 dias,&nbsp;per&iacute;odo pelo qual o presidente fica afastado do cargo.</span>

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